
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
PDT-RJ pedirá mandatos dos Deputados Estaduais

terça-feira, 29 de novembro de 2011
Morre Dr HILTON MASSA
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Segundo estudo, professores são principais vítimas de Doenças Ocupacionais
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Plataforma da OSX é interditada por falta de segurança
Zezinho vem aí !!! José Bonifácio bota o bloco nas praças de Cabo Frio.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Empregos do Comperj em debate na Região dos Lagos

Um dos principais empreendimentos da história da Petrobras, o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), com seus milhares de empregos gerados na região, será tema da palestra e debate com o presidente da Comissão Especial do Comperj na ALERJ, o deputado estadual Robson Leite, no sábado, 19/11, às 14h, na Câmara Municipal de São Pedro da Aldeia*. O evento, promovido pelos diretórios municipais do PT, PTB e PHS, é gratuito e aberto a todos os interessados.
Previsto para entrar em operação em 2014, o Comperj deve gerar mais de 200 mil empregos diretos, indiretos e por “efeito-renda”, durante os cinco anos da obra e após a entrada em operação. Quais são esses empregos? Como se dará a contratação para essas vagas? Qual o impacto desses novos postos de trabalho em Itaboraí, Cachoeiras de Macacu, São Gonçalo e outros municípios vizinhos (a Região dos Lagos, inclusive)? Essas serão algumas das perguntas a serem respondidas nesse debate.
Além do grande impacto ambiental, que envolve um bilhão de reais em contrapartidas ambientais, as cidades da região do Comperjvão sofrer um impacto maior do que o Rio de Janeiro com a Copa do Mundo, as Olimpíadas e a Jornada Mundial da Juventude.
Para o palestrante Robson Leite, se os 200 mil empregos são uma ótima notícia, só trarão real desenvolvimento com políticas eficazes das prefeituras. Com o crescimento super acelerado a assistência à população pode ser prejudicada. “A saúde, o transporte e a moradia precisam de planejamento! É preciso pensar em soluções e estruturar um Plano Diretor Regional para ações em conjunto das prefeituras, câmaras municipais e sociedade civil organizada”, alerta o deputado.
“A tragédia social, ambiental e urbana que ocorreu em Macaé com a instalação da Petrobras há 30 anos (causada em parte pela irresponsabilidade dos gestores municipais, que não investiram corretamente os recursos naquela cidade) pode se repetir na região do Comperj. Para evitar isso e construir uma história diferente é fundamental a participação de todos”, conclui Robson Leite.
*A Câmara Municipal de São Pedro da Aldeia fica na Rua Hermógenes Freire da Costa, nº179, no centro da cidade. Outras informações com Ricardo Cox, e-mail jornallista2@gmail.com ou pelos tels: (22) 9979-8193 ou 9215-3635.
Contato com o palestrante: http://robsonleite.com.br/ (21

quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Prefeita não quer tentar a Reeleição !

sexta-feira, 11 de novembro de 2011
PROGRAMAÇÃO DE 11/11/2011 - Semana de Engenharia da Universidade Veiga de Almeida - Campus Cabo Frio

Dia 11/11 – Sexta Feira
8:00 – Coffee
9:00 – Palestra – Prof Eduardo Pimenta – Desenvolvimento Sustentável: Ergonomia, Maturidade e Sustentabilidade – Auditório Principal
10:00 – Palestra: Riscos de Trabalho em águas profundas – Palestrante: Cristiano dos Santos Azevedo – Auditório Principal
Tarde:
14:00 – Diversidade de ações na Eng. Civil - Prof Luciano Silveira – Sala de aula: 123
15:00 – Apresentação de trabalho Eng. Ambiental – Auditório azul
16:00 – Um olhar interdisciplinar, apresentação de trabalhos – Alunos Engenharia de Produção
18:00 – Palestra, Palestrante: Rinalfo F. Luz - Pesquisador da Lanxess elastômeros do Brasil, auditório principal
Mesa de abertura composta por: Luciana Oliveira – coordenadora da Engenharia de Produção e Engenharia Civil
Prof: Gisela Kloc
Prof : Carmem Silveira
Prof: Luis Carlos Loureiro
Prof: Nei Cipriano
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
PROGRAMAÇÃO DE 10/11/2011 - Semana de Engenharia da Universidade Veiga de Almeida - Campus Cabo Frio

Dia 10/11 – Quinta feira
9hs - Manhã – Programa de Simulação de Sistemas – Profa Roberta Nunes – Laboratório de Informática- laboratório 3 .
Tarde
Horário das 14:00 hs às 17:00hs – Aprendendo Química, Entendendo química - Laboratório de Química - Profa Carmem Silveira, Gisela Kloc
16:30 – 18:00 – Gincana da matemática – Auditório Azul – Profs: Andréia Nogueira, Adriana Nogueira
18:30 – Coffe
19:00 – Palestra – Robótica Educacional– Palestrante: Fred Santos – Mestre em Educação, Esp. Sistemas de Informação, Físico – Local: Auditório Principal
Mesa de abertura composta por: Luciana Oliveira – coordenadora da engenharia de produção e Engenharia Civil
Prof: Eduardo Pimenta – Coordenador Engenharia Ambiental
Prof : Andréia Nogueira –
Prof: Túlio Wagner
Diretor do Campus: Ronaldo Piloto e Diretor Acadêmico: Eduardo Maluf
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Palestra: “O Controle Social na Administração Pública” organizada pela OAB/ACIA/ASAERLA
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Primeira Semana de Engenharia da Universidade Veiga de Almeida - Campus Cabo Frio

Programação para 1ª Semana de Engenharia da Universidade Veiga de Almeida-Campus Cabo Frio
Dia 09/11 – Quarta feira
Manhã
10:00 – Diversidade de ações na Eng. Civil – Prof Luciano Silveira – Sala 123
14h – Física divertida – laboratório de física. Prof. Nei Cipriano
Dia 10/11 – Quinta feira
9hs - Manhã – Programa de Simulação de Sistemas – Profa Roberta Nunes – Laboratório de Informática- laboratório 3 .
Tarde
Horário das 14:00 hs às 17:00hs – Aprendendo Química, Entendendo química - Laboratório de Química - Profa Carmem Silveira, Gisela Kloc
16:30 – 18:00 – Gincana da matemática – Auditório Azul – Profs: Andréia Nogueira, Adriana Nogueira
18:30 – Coffe
19:00 – Palestra – Robótica Educacional– Palestrante: Fred Santos – Mestre em Educação, Esp. Sistemas de Informação, Físico – Local: Auditório Principal
Mesa de abertura composta por: Luciana Oliveira – coordenadora da engenharia de produção e Engenharia Civil
Prof: Eduardo Pimenta – Coordenador Engenharia Ambiental
Prof : Andréia Nogueira –
Prof: Túlio Wagner
Diretor do Campus: Ronaldo Piloto e Diretor Acadêmico: Eduardo Maluf
Dia 11/11 – Sexta Feira
8:00 – Coffee
9:00 – Palestra – Prof Eduardo Pimenta – Desenvolvimento Sustentável: Ergonomia, Maturidade e Sustentabilidade – Auditório Principal
10:00 – Palestra: Riscos de Trabalho em águas profundas – Palestrante: Cristiano dos Santos Azevedo – Auditório Principal
Tarde:
14:00 – Diversidade de ações na Eng. Civil - Prof Luciano Silveira – Sala de aula: 123
15:00 – Apresentação de trabalho Eng. Ambiental – Auditório azul
16:00 – Um olhar interdisciplinar, apresentação de trabalhos – Alunos Engenharia de Produção
18:00 – Palestra, Palestrante: Rinalfo F. Luz - Pesquisador da Lanxess elastômeros do Brasil, auditório principal
Mesa de abertura composta por: Luciana Oliveira – coordenadora da Engenharia de Produção e Engenharia Civil
Prof: Gisela Kloc
Prof : Carmem Silveira
Prof: Luis Carlos Loureiro
Prof: Nei Cipriano
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Dia 28 de Outubro, Dia do Servidor Público !
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Melhor Blog de Notícias da Região dos Lagos
terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
ASAERLA recebe Engenheiro Eletricista Reynaldo Barros, candidato a Presidente do CREA-RJ.
6) Eleições do Sistema CONFEA/CREA 2011, espaço solicitado pelo candidato Engenheiro Eletricista Reynaldo Barros para expor seu programa de mandato.
É importante a sua participação nos eventos da sua associação.
Projeto de Governar Cabo Frio por 30 anos continua firme e forte !
Alair: - Vou te dar um sossego. Você termina seu mandato em paz, até porque está no final mesmo e abre espaço para que eu possa disputar sua sucessão no nosso PROJETO DE 30 ANOS.
Marquinho: - Obrigado “mestre”.
O que mais estará acordado entre o “professor” e o “aluno”?
É PRECISO DAR NOVO PATAMAR A POLÍTICA
por Luiz Antônio Nogueira (*)
É notória a profunda rejeição da opinião pública ao sistema de governo instalado em Cabo Frio a partir de 1997. Enquetes, pesquisas das mais variadas fontes mostram a insatisfação contra a ineficiência, o inchaço e os desvios de conduta da máquina pública que provocam o empobrecimento e a concentração de renda em Cabo Frio.
Não basta porém a constatação. É preciso construir alianças em bases sólidas calcadas no compromisso de atacar nós estruturais do município e avançar em questões fundamentais como educação e saúde públicas e proteção ao imenso patrimônio histórico e ambiental, que seguidos governos tem tratado com indiferença e dilapidado.
Com base em princípios éticos é possível estabelecer eixos de consenso entre diversos segmentos políticos, econômicos e sociais, o que não elimina os conflitos ou choques de interesses, mas permite criar campos onde se trabalhe com objetivos comuns para que Cabo Frio não se perca em definitivo.
É necessário dar novo patamar a política!
(*) Professor de História da Rede Estadual de Ensino
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Ritmo Acelerado = Acidente de Trabalho
REFLEXÃO POLÍTICA EM CABO FRIO
HORA DE OLHAR PARA FRENTE E CONSTRUIR
(*) Luiz Antônio Nogueira da Guia
Estamos vivendo momento político muito delicado. Nas próximas semanas boa parte do jogo político para 2012 estará se definindo. O leitor deve lembrar que só poderá ser candidato quem estiver filiado a partido político um ano antes das eleições. Isso explica muito da correria e troca de partidos que estamos vendo. Mudanças poderão ocorrer, mas muito do que vai acontecer no próximo ano será consequência do que for acertado agora.
Muitos candidatos a câmara estão neste momento desenhando para melhor ou pior seu futuro político. Uma escolha errada pode ter consequências desastrosas, sob o ponto de vista eleitoral, lá na frente. Entretanto, um ponto pode ser considerado com muita clareza: é grande a insatisfação da população com a vida política, com os políticos em geral e com a atuação da câmara municipal. O movimento “Não reeleja vereador em Cabo Frio”, não surgiu por acaso.
Está na hora de começar a pensar seriamente em mudar e construir em Cabo Frio um novo patamar qualitativo nas relações políticas. O sistema implantado no município amarra a cidade e gera grande frustração na sociedade.
(*) Professor de História da Rede Estadual
PROGRAMAÇÃO DAS TARDES LITERÁRIAS NA FESTA PORTUGUESA EM CABO FRIO
Escritor Ferreira Gullar – Tema “A poesia de Ferreira Gullar”
Mediador Fabio Coelho – Professor e Doutorando em Língua Portuguesa
Dia 13 (quinta-feira) – 18 horas
Jornalista Luiz Costa Pereira Júnior e Professor Pasquale – Tema “Uma Prosa sobre a Língua Portuguesa”
Mediador Fabio Coelho – Professor e Doutorando em Língua Portuguesa
Dia 14 (sexta-feira) - 17h30min
Escritora Ângela Dutra de Menezes – Tema “O Português que nos pariu: reflexões sobre colonização e cultura”
Mediador Claudio Capuano – Professor e Doutor em Literatura Comparada
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Lançamento de REYNALDO BARROS para Presidência CREA-RJ
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Vereadores de Cabo Frio, CUMPRA-SE a LEI !!!
Vereadores de Cabo Frio, leiam a emenda constitucional abaixo e cumpra o que está escrito. CABO FRIO DEVERÁ TER 21 VEREADORES !!!
EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 58, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009
| (Produção de efeito) | Altera a redação do inciso IV do caput do art. 29 e do art. 29-A da Constituição Federal, tratando das disposições relativas à recomposição das Câmaras Municipais. |
As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do § 3º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional:
Art. 1º O inciso IV do caput do art. 29 da Constituição Federal passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 29. ..................................................................................
..................................................................................................
IV - para a composição das Câmaras Municipais, será observado o limite máximo de:
a) 9 (nove) Vereadores, nos Municípios de até 15.000 (quinze mil) habitantes;
b) 11 (onze) Vereadores, nos Municípios de mais de 15.000 (quinze mil) habitantes e de até 30.000 (trinta mil) habitantes;
c) 13 (treze) Vereadores, nos Municípios com mais de 30.000 (trinta mil) habitantes e de até 50.000 (cinquenta mil) habitantes;
d) 15 (quinze) Vereadores, nos Municípios de mais de 50.000 (cinquenta mil) habitantes e de até 80.000 (oitenta mil) habitantes;
e) 17 (dezessete) Vereadores, nos Municípios de mais de 80.000 (oitenta mil) habitantes e de até 120.000 (cento e vinte mil) habitantes;
f) 19 (dezenove) Vereadores, nos Municípios de mais de 120.000 (cento e vinte mil) habitantes e de até 160.000 (cento sessenta mil) habitantes;
g) 21 (vinte e um) Vereadores, nos Municípios de mais de 160.000 (cento e sessenta mil) habitantes e de até 300.000 (trezentos mil) habitantes;
h) 23 (vinte e três) Vereadores, nos Municípios de mais de 300.000 (trezentos mil) habitantes e de até 450.000 (quatrocentos e cinquenta mil) habitantes;
i) 25 (vinte e cinco) Vereadores, nos Municípios de mais de 450.000 (quatrocentos e cinquenta mil) habitantes e de até 600.000 (seiscentos mil) habitantes;
j) 27 (vinte e sete) Vereadores, nos Municípios de mais de 600.000 (seiscentos mil) habitantes e de até 750.000 (setecentos cinquenta mil) habitantes;
k) 29 (vinte e nove) Vereadores, nos Municípios de mais de 750.000 (setecentos e cinquenta mil) habitantes e de até 900.000 (novecentos mil) habitantes;
l) 31 (trinta e um) Vereadores, nos Municípios de mais de 900.000 (novecentos mil) habitantes e de até 1.050.000 (um milhão e cinquenta mil) habitantes;
m) 33 (trinta e três) Vereadores, nos Municípios de mais de 1.050.000 (um milhão e cinquenta mil) habitantes e de até 1.200.000 (um milhão e duzentos mil) habitantes;
n) 35 (trinta e cinco) Vereadores, nos Municípios de mais de 1.200.000 (um milhão e duzentos mil) habitantes e de até 1.350.000 (um milhão e trezentos e cinquenta mil) habitantes;
o) 37 (trinta e sete) Vereadores, nos Municípios de 1.350.000 (um milhão e trezentos e cinquenta mil) habitantes e de até 1.500.000 (um milhão e quinhentos mil) habitantes;
p) 39 (trinta e nove) Vereadores, nos Municípios de mais de 1.500.000 (um milhão e quinhentos mil) habitantes e de até 1.800.000 (um milhão e oitocentos mil) habitantes;
q) 41 (quarenta e um) Vereadores, nos Municípios de mais de 1.800.000 (um milhão e oitocentos mil) habitantes e de até 2.400.000 (dois milhões e quatrocentos mil) habitantes;
r) 43 (quarenta e três) Vereadores, nos Municípios de mais de 2.400.000 (dois milhões e quatrocentos mil) habitantes e de até 3.000.000 (três milhões) de habitantes;
s) 45 (quarenta e cinco) Vereadores, nos Municípios de mais de 3.000.000 (três milhões) de habitantes e de até 4.000.000 (quatro milhões) de habitantes;
t) 47 (quarenta e sete) Vereadores, nos Municípios de mais de 4.000.000 (quatro milhões) de habitantes e de até 5.000.000 (cinco milhões) de habitantes;
u) 49 (quarenta e nove) Vereadores, nos Municípios de mais de 5.000.000 (cinco milhões) de habitantes e de até 6.000.000 (seis milhões) de habitantes;
v) 51 (cinquenta e um) Vereadores, nos Municípios de mais de 6.000.000 (seis milhões) de habitantes e de até 7.000.000 (sete milhões) de habitantes;
w) 53 (cinquenta e três) Vereadores, nos Municípios de mais de 7.000.000 (sete milhões) de habitantes e de até 8.000.000 (oito milhões) de habitantes; e
x) 55 (cinquenta e cinco) Vereadores, nos Municípios de mais de 8.000.000 (oito milhões) de habitantes;
............................................................................................... "(NR)
Art. 2º O art. 29-A da Constituição Federal passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 29-A. ..............................................................................
I - 7% (sete por cento) para Municípios com população de até 100.000 (cem mil) habitantes;
II - 6% (seis por cento) para Municípios com população entre 100.000 (cem mil) e 300.000 (trezentos mil) habitantes;
III - 5% (cinco por cento) para Municípios com população entre 300.001 (trezentos mil e um) e 500.000 (quinhentos mil) habitantes;
IV - 4,5% (quatro inteiros e cinco décimos por cento) para Municípios com população entre 500.001 (quinhentos mil e um) e 3.000.000 (três milhões) de habitantes;
V - 4% (quatro por cento) para Municípios com população entre 3.000.001 (três milhões e um) e 8.000.000 (oito milhões) de habitantes;
VI - 3,5% (três inteiros e cinco décimos por cento) para Municípios com população acima de 8.000.001 (oito milhões e um) habitantes.
.............................................................................................. "(NR)
Art. 3º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua promulgação, produzindo efeitos:
I - o disposto no art. 1º, a partir do processo eleitoral de 2008; e
II - o disposto no art. 2º, a partir de 1º de janeiro do ano subsequente ao da promulgação desta Emenda.
Brasília, em 23 de setembro de 2009.
| Mesa da Câmara dos Deputados | Mesa do Senado Federal |
| Deputado MICHEL TEMER Presidente | Senador JOSÉ SARNEY Presidente |
| Deputado MARCO MAIA 1º Vice-Presidente | Senador MARCONI PERILLO 1º Vice-Presidente |
| Deputado ANTÔNIO CARLOS MAGALHÃES NETO 2º Vice-Presidente | Senador HERÁCLITO FORTES 1º Secretário |
| Deputado RAFAEL GUERRA 1º Secretário | Senador MÃO SANTA 3º Secretário |
| Deputado INOCÊNCIO OLIVEIRA 2º Secretário | Senador CÉSAR BORGES no exercício da 4ª Secretaria |
| Deputado Odair Cunha 3º Secretário | |
| Deputado NELSON MARQUEZELLI 4º Secretário |
Este texto não substitui o publicado no DOU 24.9.2009
domingo, 18 de setembro de 2011
Acidentes em obras expõem falta de segurança e de fiscalização
"O planejamento de segurança deve estar atualizado. Toda obra tem riscos, mas deve haver uma avaliação das áreas de risco e investimento na proteção", orienta o presidente do STICC POA-RS (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de Porto Alegre), Valter Souza.
Para Carlos Alberto Matos Vieira Lima, presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia (Sinduscon-BA), a conscientização é a melhor forma de prevenir acidentes. "Precisamos educar tanto as empresas quanto os trabalhadores para reduzir os acidentes e doenças", afirma.
Salvador
No dia 9 de agosto, em Salvador (BA), um dos elevadores utilizados na construção do edifício empresarial Paulo VI desabou de uma altura de aproximadamente 80 metros, matando na hora os nove operários que estavam dentro do equipamento. Segundo o laudo preliminar, um rompimento do eixo do motor causou a queda e o não funcionamento do sistema de frenagem.
O chefe do Setor de Segurança e Saúde do Trabalhador (SEGUR) da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego na Bahia (SRTE/BA), Flávio Oliveira Nunes, garante que a obra havia sido fiscalizada em maio e as irregularidades encontradas foram corrigidas, mas a obra avançou e novos problemas surgiram.
"Para prevenir o acidente, a empresa deveria ter feito um ensaio deste eixo do motor para verificar se havia fissuras e, ainda, realizado testes no sistema de frenagem, que deve ser feito a cada 30 dias", aponta. Segundo ele, de junho de 2010 a junho de 2011 foram interditados 200 elevadores e mais de 150 obras foram embargadas em Salvador e na região metropolitana.
A Construtora Segura, responsável pela obra, afirma estar colaborando com as investigações. Reforça que o elevador de uso de engenheiros e colaboradores funcionava dentro das normas técnicas e que a obra era fiscalizada com frequência pelas autoridades competentes.
Porto Alegre
Já em Porto Alegre (RS), no dia 27 de agosto, a laje de cobertura da obra de construção de uma estação de bombeamento de esgoto na zona sul da cidade estava sendo concretada quando desabou. Dos 11 operários que trabalhavam no local, nove foram resgatados com vida e dois não sobreviveram. A obra, realizada pela construtora Marcos Projetos e Construções, é de responsabilidade do Departamento Municipal de Água e Esgotos (DMAE).
As causas do acidente ainda são desconhecidas. O auditor fiscal da SRTE/RS (Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Rio Grande do Sul), Luís Rossi Bernardes, diz que é muito cedo para uma conclusão e que a investigação é complexa. O canteiro de obras foi embargado e a construtora pode trabalhar apenas para se adequar às exigências.
Segundo a assessoria de comunicação do DMAE, trata-se de um acidente estrutural. Após o término das investigações, a empresa tomará as medidas administrativas e jurídicas cabíveis, enquanto contratante da executora da obra.
Medo
Em ambas as obras, havia uma preocupação por parte dos trabalhadores com os riscos que corriam. "Eles já tinham percebido problemas no elevador, mas mesmo assim o utilizaram. Não se negaram a subir", relata o diretor de saúde do Sintracom-BA (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e da Madeira no Estado da Bahia), Arilson Ferreira dos Santos.
"Ouvimos dos trabalhadores que havia uma preocupação com os riscos que corriam na obra. Notamos que estavam muito apreensivos", conta Valter Souza sobre a segurança na obra do DMAE.
Fiscalização, manutenção e planejamento
Segundo Souza, do STICC POA-RS, profissionais mais qualificados no planejamento da segurança são fundamentais para a prevenção de acidentes. "Engenheiros e técnicos deveriam estar participando ativamente de uma concretagem como a que é realizada nesta obra", aconselha, referindo-se à laje de cobertura da construção do DMAE.
O Sinduscon-BA, em parceria com outros órgãos, propõe que os projetos de Saúde e Segurança sejam mais uma condição para a liberação dos alvarás das obras, "dando-lhes a mesma importância que se dá a projetos estruturais e arquitetônicos", defende o presidente Carlos Alberto Lima.
O engenheiro de Segurança do Trabalho e integrante da Comissão de Política e Relações do Trabalho do Sinduscon-RS, Sérgio Ussan, concorda que o planejamento é uma das melhores formas de prevenção. "As empresas devem ter suas próprias equipes com técnicos e engenheiros de segurança e uma auditoria externa e isenta que aponte as não conformidades na obra, para que seja feito um bom planejamento de segurança", enfatiza.
A fiscalização é outro fator importante para garantir a integridade dos trabalhadores da construção civil. No entanto, a quantidade de auditores fiscais é pouca para tantas obras a serem fiscalizadas, de acordo com o Sintracom-BA.
O chefe da SEGUR confirma o problema na Bahia. "Temos apenas 12 auditores para fiscalizar as construções de Salvador e da região metropolitana. É impossível visitar todas as obras", lamenta.
O especialista Sérgio Ussan afirma que o Ministério do Trabalho precisa de, no mínimo, o dobro de fiscais que tem hoje, mas essa obrigação não é apenas da Pasta e, sim, de três esferas: "Da empresa, que é a responsável civil e criminal pelo equipamento; do Ministério do Trabalho, responsável por controlar e avaliar se a empresa cumpre seu dever; e dos sindicatos, que devem acompanhar a atividade dos trabalhadores", enumera.
Ações
Após o acidente em Salvador, a SRTE/BA organizou uma força-tarefa para vistoriar os elevadores, visitando 44 canteiros de obras. Destes, 10 foram embargados e 63 elevadores foram interditados até o fechamento da matéria.
O Comitê Permanente Nacional sobre Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, por sua vez, decidiu, no dia 1º de setembro, alterar a NR 18 para que os elevadores a cabo não possam mais ser utilizados em obras para transportar trabalhadores, a partir de maio de 2013.
O Sintracom-BA, por meio de uma campanha de prevenção, recomenda que os elevadores não sejam utilizados se ainda não foram fiscalizados. "O problema é que os empresários estão mais preocupados com o custo de um elevador de qualidade e da manutenção do que com a vida dos operários", reclama Arilson dos Santos.
O STICC POA também pretende realizar uma campanha de conscientização. "Faremos um apelo para o cuidado com a vida dos trabalhadores, fornecimento de EPIs, treinamento e cumprimento das normas regulamentadoras para a prevenção", finaliza Valter Souza.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Senador LINDBERG FARIAS em Cabo Frio





