segunda-feira, 29 de junho de 2009

Dia do Pescador.

Escultura em bronze dos 3 pescadores na praia da Orla Bardot em Armação dos Búzios

Hoje, 29 de junho, é dia de São Pedro padroeiro dos pescadores. Como a maioria das profissões, esses guerreiros do mar têm sua categoria amparada pela legislação de segurança do trabalho.

O Ministério do Trabalho e Emprego publicou no último dia 29 de janeiro a portaria SIT número 36 que cria o Anexo I da NR 30 (Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário). Esse anexo tem por objetivo estabelecer as disposições mínimas de segurança e saúde no trabalho a bordo das embarcações de pesca comercial e industrial inscritas em órgãos da autoridade marítima e licenciadas pélo órgão de pesca competente.

No entanto, pode-se perceber que o anexo contempla apenas os trabalhadores da pesca comercial e industrial, já os pescadores artesanais estão a deriva a respeito da segurança e saúde do seu ambiente de trabalho e muitos desses trabalhadores são contratados sem garantia nenhuma.

Na hora que você comer aquele peixe saboroso ou aquele fruto do mar delicioso, pense em que condições esse alimento foi pescado.

Parabéns Pescadores, os verdadeiro Guerreiros do Mar !

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Cálculo de BDI

Sem legislação que padronize cálculo, índice segue mergulhado em divergências. Confira métodos adotados por cinco instituições e empresas para chegar ao percentual de BDI.

Liberdade é a marca de composição do BDI (Benefícios e Despesas Indiretas) nos orçamentos de obras da construção civil. Não existe lei ou norma que estabeleça uma diretriz compulsória a ser seguida na formulação do índice. Mesmo uma das referências mais populares - o Acórdão 325/2007, do TCU (Tribunal de Contas da União) - é passível de larga variação, conforme o manuseio de números pelo orçamentista. "No Acórdão existem critérios e diretrizes, mas é possível usar aquelas diretrizes e chegar a 20% ou 32% [de BDI]", afirma o secretário geral da Secob (Secretaria de Fiscalização de Obras e Patrimônio da União), André Luiz Mendes.

Para ilustrar esse universo de possibilidades em torno do índice, Construção Mercado reuniu cinco diferentes formas de cálculo, desenvolvidas por autores dos mais abrangentes: empresas de consultoria, um especialista, uma empresa de obra pública e uma entidade setorial. Ainda assim, trata-se apenas de uma parte do bolo, uma fotografia do que está disponível para nortear as construtoras.

Mas em quais quesitos as propostas para levantamento do BDI - não só os exemplos mostrados na reportagem, mas as fórmulas em geral - variam tanto? Sem dúvida a principal controvérsia refere-se à velha questão do que pode ser considerado custo direto (portanto acrescentável à planilha do orçamento) e o que pode ser classificado como custo indireto - e, dessa forma, incorporado ao BDI.

Entre os itens que preenchem um orçamento, a chamada Administração Local (despesas provenientes da montagem e manutenção da infraestrutura do empreendimento, incluindo serviços e mão-de-obra administrativa) é componente-chave dessa polêmica. De um lado, o meio empresarial - embasado inclusive por orientação do TCU - vem adotando a prática de relacionar esses gastos na planilha orçamentária, por entender que são inerentes à execução do trabalho. Por outro lado, há órgãos públicos que agregam a Administração Local ao BDI, nos editais de licitação.

"No Paraná, por exemplo, o Estado inclui Administração Local à planilha, enquanto a prefeitura de Curitiba, não", relata o consultor Mozart Bezerra da Silva, autor do livro "Manual de BDI". "Normalmente, as obras com recursos federais tendem a acrescentar esse componente ao orçamento, enquanto obras públicas estaduais e municipais, e até particulares, tendem a não colocar."

Como o controverso item representa de 5% a 15% do custos da empreitada (dependendo de fatores como porte da obra, complexidade dos serviços, distância para o escritório central da construtora, entre outros), sua classificação no grupo de custos indiretos é capaz de inflacionar o BDI a ponto de torná-lo rejeitável perante o mercado.

Silva explica que retirar a Administração Local do BDI, fixando-a à base orçamentária, foi justamente a saída encontrada pelos empresários para ressuscitar a lucratividade nos contratos, sacrificada na década de 1980 com a implantação do Plano Cruzado. Por esse raciocínio, ao voltar a adicionar o componente ao BDI, os órgãos públicos obrigariam as empresas a novamente vitimar sua recompensa para ganhar os serviços. Ou pior: estimulariam, de modo indireto, a queda na qualidade das obras, a sonegação fiscal, a informalidade, o encarecimento do serviço e até o abandono de projetos - consequências típicas do aviltamento das taxas de BDI.

O consultor lembra de um caso, ocorrido em Santa Catarina, em que uma obra foi proposta com 30% de BDI (índice considerado adequado), porém sem a inscrição da Administração Local na planilha - o que automaticamente elevaria o índice justo à faixa dos 40%. Na ânsia de vencer a concorrência, uma construtora ofereceu BDI de 22% - e, tão obviamente como levou a obra, descobriu-se incapaz de executá-la. "Acabaram dando sorte de ver que o projeto estrutural estava muito pesado, propuseram outro projeto, mais barato, e estão conseguindo viabilizar a obra por isso", conta Mozart Silva.

"Mas esse foi só um caso. Muitas construtoras nem sabem o que é BDI, prejudicam sua lucratividade, ganham a obra e depois tentam negociar com o contratante, ou pensam que vão conseguir superar as margens apertadas - o que, na maioria das vezes, não acontece", diz o consultor.

Vamos estar publicando reportagens sobre os mais diversos pensamos sobre o cálculo do BDI.

Fonte: Revista Construção

terça-feira, 23 de junho de 2009

Mais uma lei para inglês ver.

Aprovada lei que obriga descanso a caminhoneiros a cada 4 horas.

Foi aprovada a lei que obriga os motoristas a descansar pelo menos meia hora depois de dirigir quatro horas na estrada. Quem vai fiscalizar? Essa medida corre o risco de não sair papel. Os próprios motoristas de caminhão dizem que vai ser complicado fiscalizar. A responsabilidade é da Polícia Rodoviária Federal. A intenção da nova lei é ótima: reduzir o número de acidentes nas estradas, só que no Brasil algumas leis pegam, e outras não.

Dirigir no máximo quatro horas e fazer uma parada de 30 minutos para descansar. “Vai ser meio difícil, porque a maioria tem que trabalhar, tem que ir mais longe. Vai atrasar muito a viagem”, comenta o motorista de caminhão Edmar de Souza.

“Temos que ter responsabilidade. Temos que manter um equilíbrio para poder chegar em paz”, concorda o motorista de caminhão Geraldo da Silva.

Motorista de caminhão há 20 anos, José Antônio Pizol diz que dirige com prudência. Mas às vezes não dá para parar. “Eu, por exemplo, já mexi com verdura e ela exige horário muito rápido. Até nove, dez horas, sem parar”, confessa o motorista.

É aí que está o perigo. “Grande parte dos desastres de trânsito nas rodovias brasileiras ocorrem porque os motoristas dirigem por longos períodos, entram em um estado de torpor, às vezes sono, e acidente com caminhão é quase sempre morte na certa”, atesta o especialista em trânsito Davi Duarte, da UnB.

De acordo com o presidente da Associação de Transporte Terrestre de Passageiros, José Luiz Santolin, as empresas de ônibus já eram obrigadas a parar a cada quatro horas. Ele comemora que a exigência tenha sido estendida aos caminhões: “O que é positivo na nossa visão é que ela disciplina de maneira uniforme a conduta para todo e qualquer profissional que esteja no volante nas estradas brasileiras”.

Quem não cumprir a lei pode ser multado por infração gravíssima e ganhar sete pontos na carteira de motorista. Ônibus e caminhões são obrigados a usar tacógrafos que medem a velocidade e o tempo da viagem. Mas existe estrutura para fiscalizar os motoristas? “Eu acho um pouco difícil porque não tem fiscalização pra isso”, diz um caminhoneiro.

“É necessário que os órgãos de fiscalização no trânsito se aparelhem e criem condições para que tenha uma fiscalização efetiva e a lei não vive letra morta”, diz o diretor-geral da Associação de Transportes Terrestre de Passageiros, Bernardo Figueredo.

O projeto ainda depende da aprovação do presidente Lula.

E a pergunta continua: Como vai ocorrer a fiscalização ?

Fonte: Revista Proteção

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Custos Unitários Básicos de Construção (CUB) - Maio/2009

Estes Custos Unitários foram calculados conforme disposto ABNT NBR 12721:2006,em cumprimento à Lei nº4.591/64, com base em novos projetos, novos memoriais descritivos e novos critérios de orçamentação e, portanto, constituem nova série histórica de Custos Unitários, não comparáveis com a anterior, com a designação de CUB/2006. Eles correspondem aos valores do metro quadrado da construção para os diversos padrões estabelecidos pela Norma, e devem ser utilizados para o preenchimento da documentação do Memorial de Incorporação a ser apresentado ao Cartório de Registro de Imóveis.

Os números 1, 4, 8 e 16 referem-se ao número de pavimentos dos projetos. As letras B, N e A referem-se aos padrões de acabamento da construção: Baixo, Normal ou Alto.

Na formação destes Custos Unitários Básicos não foram considerados os seguintes itens, que devem ser levados em conta na determinação dos preços por metro quadrado de construção, de acordo com o estabelecido no projeto e especificações correspondentes a cada caso particular: a) fundações, submuramentos, paredes-diafragma, tirantes, rebaixamento de lençol freático; b) elevador(es); c) equipamentos e
instalações, tais como fogões, aquecedores, bombas de recalque, incineração, ar-condicionado, calefação, ventilação, exaustão e outros; d) playground (quando não classificado como área construída); e) obras e serviços complementares, tais como urbanização, recreação (piscinas e campos de esporte), ajardinamento, instalação e regulamentação do condomínio; f) outros serviços; g) impostos, taxas e emolumentos
cartoriais; h) projetos arquitetônicos, projetos estruturais, projetos de instalação e projetos especiais; i) remuneração do construtor; j) remuneração do incorporador.

Desta forma, os valores acima não podem ser considerados como preços e tão somente como valores de referência.

* Percentual modificado em função de revisão de parâmetros.

Fonte: Sinduscon RJ

terça-feira, 16 de junho de 2009

Tela para fachadas

As telas para fachadas são elementos essenciais para segurança de uma obra, pois evitam quedas de elementos da construção.

Aguns cuidados garantem proteção contra rasgos de telas e ruptura de cordas.

Arestas arredondadas

Para evitar rasgos na tela devidos aos movimentos de subida ou descida do balancim, arredondar as arestas da plataforma, revestindo o lado externo para criar uma superfície deslizante.


Sarrafos horizontais

Sarrafos horizontais posicionados nas guias do balancim, fixadas na cobertura do edifício, contribuem para a distribuição uniforme do carregamento das telas na estrutura. Sem os sarrafos, a concentração das cargas nas pontas das guias tende a rasgar o material.


Costura

As telas podem ser emendadas com presilhas ou com costura mecânica. Para realizar a costura, deve-se respeitar uma sobreposição de 5 cm, passando uma corda entre elas.

Corda

O tensionamento e a fixação das telas devem ser feitos com corda de polietileno ou náilon de, no mínimo, 10 mm de diâmetro. Nunca utilizar corda de sisal, cujas fibras podem entrar em atrito com a tela, cortando-a.

Bandejas

As cordas não devem ser amarradas na base ou na estrutura das bandejas, que também podem ser arrancadas do lugar com a força do vento, comprometendo a segurança dos operários. As cordas devem passar no meio da base das bandejas, por furos feitos com serra-copo, protegidas com conduítes do atrito com o plano.

Fixação

Para garantir a fixação das cordas, as pontas devem ser amarradas diretamente no chão, em insertes metálicos chumbados no solo. Nunca amarrar em barris ou blocos de concreto soltos, que podem ser arremessados em consequência de ventos mais fortes.

Fonte: Revista Téchne

sábado, 13 de junho de 2009

Nunca Li

"Nunca Li" esse é o título do blog do Professor Paulo Cotias.

O blog mostra diversas matérias sobre o mais variados assuntos da Região dos Lagos e Cabo Frio.

Parabéns Paulo Cotias!

www.nuncali.blogspot.com

Execução Segura


A Proteção de quem atua com eletricidade só está garantida se o sistema de gestão for efeciente e se todos os EPIs e EPCs forem usadosAs estatísticas de acidentes no setor elétrico apontam que os principais riscos estão associados ao trânsito, às quedas e à própria eletricidade.

Desde a implementação da nova NR-10, houve uma significativa evolução na cultura da segurança em serviços e instalações elétricas.

A matéria de capa da Revista Proteção mostra que mudanças significativas só poderão ser conquistadas por aqueles que adotarem eficaz sistema de gestão dos processos e utilizarem todos os Equipamentos de Proteção Coletiva e Individual especificados.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Professora de 26 anos morre vítima enfarte dentro de sala de aula

No último sábado (06/06/2009) ao receber o jornal Folha dos Lagos, eu me deparo com a notícia de que uma professora de 26 anos tinha morrido vítima de um enfarte dentro da sala de aula numa escola em Búzios.

A Revista Proteção, periódico mensal especializado em segurança e medicina do trabalho, vem publicando algumas reportagens sobre a carga de trabalho e consequente estresse que os professores vem sofrendo no exercício de sua profissão. A baixa valorização profissional e excesso de trabalho são as causas mais comuns de doenças relacionadas ao trabalho dos profissionais de educação.

A professora de química que morreu, segundo notícias de amigos, vinha trabalhando em várias escolas para ter um rendimento mensal satisfatório. Fica a pergunta: Até que ponto vale a pena sacrificar a vida pelo trabalho ?

A culpa é dos governantes que deveriam valorizar mais esses heróis da resistência que tentam ensinar alunos muitas das vezes sem educação e que não querem nada com o estudo. A valorização não é só ter melhores salários e sim ter condições de trabalho satisfatórias para que professores possam execer seu trabalho de forma mais digna.

Fica o alerta para que possamos repensar o nosso estilo de vida. Vamos viver de forma saudável com alimentação balanciada e prática exercícios regularmente.

Aos familiares e amigos da professora de química Viviane Almeida meus pêsames e que Deus lhes confortem nessa dor.

sábado, 6 de junho de 2009

Instalações elétricas serão vistoriadas pelos bombeiros

Passa a vigorar, em breve, a Instrução Técnica 47, do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, que estabelece as condições mínimas para que as instalações elétricas de baixa tensão garantam a segurança das pessoas, do meio ambiente e do patrimônio, além do funcionamento adequado dos equipamentos.

Todas as obras novas do Estado de São Paulo (exceto as residências unifamiliares) passarão a ser inspecionadas pela corporação e somente as que forem consideradas em conformidade com as exigências da IT-47 receberão o visto de aprovação.A medida é uma antiga batalha do Programa Casa Segura, que teve início em 2006 e agora está em uma de suas principais fases.

No final de 2008, com o objetivo de ajudar no aperfeiçoamento da equipe do Corpo de Bombeiros, o Programa Casa Segura promoveu um treinamento para ajudar os bombeiros em suas vistorias nas instalações elétricas em prevenção a incêndios e acidentes fatais. Cerca de 40 oficiais analistas e vistoriantes da corporação passaram pelo treinamento, patrocinado pelo Programa Casa Segura e que tratou dos conceitos básicos de eletricidade, tensões de alimentação, esquemas típicos de uma instalação elétrica e principais componentes de uma instalação e suas funções, entre outros temas.

Fonte: www.cipanet.com

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Dia Internacional do Meio Ambiente

No dia 05 de junho comemora-se o dia do meio ambiente.

A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas.

A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, onde a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, onde a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade.

Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos governantes diante do problema.

A importância da data é devido às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros.

A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação ambiental, através da secretaria especial do meio ambiente, para levar à população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da natureza.

Mas em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies animais.

A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartados de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.

É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação. As pessoas têm que praticar os 3 R's, ou seja, Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro todos os dias. Se cada um fizer a sua parte o mundo será transformado e as gerações futuras viverão sem riscos.

Vamos pensar globalmente e agir localmente!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Lula é cotado para a presidência do Banco Mundial

Representantes do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sondaram pessoas próximas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para saber como ele reagiria a um convite para ser o novo presidente do Banco Mundial, segundo informações da última edição da revista "Exame".

De acordo com a revista, a resposta para o questionamento é que Lula se sentiria, no mínimo, honrado com o convite.

Desde a sua criação, há 65 anos, o Banco Mundial é comandado por um americano, em um acordo tácito com os europeus, que em contrapartida indicam sempre o presidente do FMI (Fundo Monetário Internacional). O atual presidente do Banco Mundial é Robert Zoellick, que deixa o cargo em 2011.

Segundo a "Exame", Obama pretende mudar o perfil do Banco Mundial, apoiando mais o desenvolvimento social. Lula --a quem o presidente americano já chamou de "O cara" e de "o político mais popular do planeta"-- se encaixaria nesse perfil devido à sua trajetória de vida e por seu governo ter diversos programas sociais, sendo o Bolsa Família o mais conhecido.

Ontem, o britânico "The Guardian" e o espanhol "El País" fizeram reportagens repercutindo a informação. Questionado pelo diário espanhol sobre a veracidade da informação, o porta-voz da Presidência, Marcelo Baumbach, disse que não comentaria rumores.

Há duas semanas, a revista americana especializada em relações exteriores "Foreign Policy" informou que Obama tinha em mente para o cargo o presidente brasileiro ou o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh.

Porém, Singh foi reconduzido ao cargo de primeiro-ministro após as eleições parlamentares do seu país na semana retrasada, o que inviabilizaria a sua ida para o Banco Mundial.

Fonte: Folha Online

Luis Inácio Lula da Silva, brasileiro que saiu do Nordeste em cima de um "pau-de-arara" rumo a uma vida melhor em São Paulo, além de se eleger e reeleger Presidente da República, pode tornar-se Presidente do Banco Mundial. Caso isso aconteça, o Presidente Barack Obama mostrará ao mundo que Lula realmente é o cara!

Tenho orgulho de ser brasileiro!

Fator Acidentário de Prevenção (FAP): Nova Metodologia entra em vigor a partir de 2010

Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) aprovou, nesta quarta-feira, 27, a nova metodologia do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), mecanismo adotado pela Previdência Social para aumentar ou diminuir as alíquotas de contribuição das empresas ao Seguro de Acidente de Trabalho (SAT), em função dos índices de acidentalidade.

As novas regras do fator já podem entrar em vigor a partir de janeiro de 2010. Para que isso aconteça, o governo federal deve publicar decreto até o dia 30 de setembro, com o cronograma de implementação do novo FAP.

Previsto inicialmente para entrar em vigor em janeiro de 2009, o fator foi adiado para o ano que vem por decisão do governo, que reformulou e aperfeiçoou nesse período a metodologia de reenquadramento das alíquotas.

Criado pela Lei n° 10.666/2003, o FAP tem como objetivo incentivar a melhoria das condições de trabalho e da saúde do trabalhador, estimulando individualmente cada empresa a implementar políticas mais efetivas de Saúde e Segurança no Trabalho, para reduzir a acidentalidade.

O diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional, Remigio Todeschini, destaca que a aprovação da nova metodologia do fator acidentário tira dos cidadãos a responsabilidade de arcar com o custo dos acidentes devido às condições insalubres e inadequadas oferecidas por alguns segmentos econômicos. “É mais uma ação do governo para avançar na cultura da prevenção acidentária”, conclui.

O que é

O fator acidentário, por empresa - que será recalculado periodicamente, – é um multiplicador a ser aplicado às alíquotas de 1%, 2% ou 3% incidentes sobre a folha de salários, para financiar o SAT, a partir da tarifação coletiva por atividade econômica. O FAP varia de 0,5 a 2,0 pontos percentuais, o que significa que a alíquota de contribuição da empresa pode ser reduzida à metade ou dobrar.

Com o aperfeiçoamento da metodologia, o aumento ou a redução do valor da alíquota obedecerá a novos parâmetros e critérios no cálculo da quantidade ou frequência, gravidade e o custo dos acidentes em cada empresa. A partir de janeiro de 2010, as empresas com mais acidentes e acidentes mais graves passarão a contribuir com um valor maior, enquanto as empresas com menor acidentalidade terão uma redução no valor da contribuição.

Os novos critérios garantem mais justiça na contribuição do empregador e equilíbrio atuarial.

Novos critérios

A nova metodologia, para o cálculo do fator acidentário, leva em consideração a acidentalidade total da empresa, com a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) e todos os nexos técnicos sem CAT, incluído todo o Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP) a partir de abril de 2007.

Pela nova metodologia, são atribuídos pesos diferentes para as acidentalidades. A pensão por morte e a aposentadoria por invalidez, por exemplo, têm peso maior – cada uma com pesos diferenciados – que os registros de auxílio-doença e auxílio-acidente.

Outra mudança foi a criação das travas de taxas de mortalidade e de rotatividade. Na prática, a trava da taxa de mortalidade significa que as empresas que tiverem índices de mortalidade acima da média nacional não terão redução na alíquota do SAT. Aquelas com óbitos ou invalidez permanente não receberão os bônus do FAP. Mas se houver investimento comprovado em melhoria na segurança do trabalho, com acompanhamento do sindicato dos trabalhadores e dos empregadores, a bonificação poderá ser mantida.

A trava da taxa de rotatividade é uma média ou razão entre o número de rescisões mais o número de admissões e o número de vínculos no início de cada período para análise do fator. Esse item da resolução aprovada ainda vai ser aperfeiçoado pelos conselheiros e votado em reunião extraordinária do CNPS nos próximos dias.

A atribuição de pesos diferenciados para morte e invalidez, na nova metodologia, segue indicações da Norma Brasileira de Cadastro de Acidentes (NBR 14.280/99). Além disso, a experiência internacional mostra que os procedimentos adotados visam prevenir ou reduzir, prioritariamente, acidentes com morte e invalidez.

Pela metodologia anterior, o cálculo levava em consideração apenas a acidentalidade presumida do Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP), sem a CAT, e não havia distinção entre os tipos de benefícios na avaliação da gravidade do acidente.

Periodicidade

O FAP vai variar ano a ano. Será calculado sempre sobre os dois últimos anos de todo o histórico de acidentalidade e de registros acidentários da Previdência Social, por empresa.

Microempresas – O fator vai incidir sobre as alíquotas de cerca de um milhão de empresas – que são divididas em 1.301 subclasses ou atividades da Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE 2.0).

Portanto, não provocará qualquer alteração na contribuição das pequenas e microempresas, já que elas recolhem os tributos pelo sistema simplificado, o Simples Nacional.

Fonte: ACS/MPS

terça-feira, 2 de junho de 2009

Reparos de estruturas de concreto

Corrosões e bicheiras em estruturas de concreto são comuns devido a falhas de concretagem, quando a mistura não ficou homogênea, o adensamento deixou arestas ou, ao ser especificado, o traço do concreto não foi respeitado. Com o tempo, surgem fissuras, trincas e lascamentos na estrutura.

A armadura, se exposta ao ambiente, poderá apresentar corrosão por causa de agentes presentes no ar. O procedimento de pequenos reparos superficiais, em concreto, de certa forma é simples, mas requer que se delimite uma área de corte, seja feita a limpeza das armaduras e seja aplicada uma argamassa polimérica ou graute compatível com a estrutura.

O graute é utilizado, geralmente, para preenchimento de reparos mais profundos e pode ser aplicado em camadas com até 5 cm de espessura, sem adição de brita ou pedrisco. O produto sofre um processo microexpansivo após a aplicação, a fim de se travar nas paredes da área reparada. Já a argamassa polimérica é recomendada para preencher reparos com até 2 cm de espessura, para garantir sua sustentação e aderência à área reparada, antes da pega do material. É necessário também que a área de reparo tenha profundidade uniforme e paredes em ângulos retos (90°), para melhor ancoragem do material e evitar fissuração do graute ou da argamassa.

Antes de comprar o graute ou argamassa é necessário, se possível, conhecer todas as características do reparo, tais como: os agentes causadores de corrosão presentes naquele ambiente, a resistência de compressão necessária ao material, o grau de impermeabilidade, o tempo de cura e se o produto será fluido ou moldável. Veremos a seguir todos os cuidados que garantem um bom resultado em pequenos reparos estruturais e a variedade de produtos existentes no mercado.

Graute ou argamassa?

Você poderá optar por qualquer um dos dois em pequenos reparos, ficando atento principalmente à profundidade do local. É possível encontrar no mercado produtos para diferentes situações, e não existe um padrão comparativo devido à falta de classificação e norma regulamentadora. É comum encontrar denominações como: uso geral, de reparo, altas temperaturas, para autonivelamento etc.

De maneira geral, os reparos podem ser classificados em "estruturais" e "não estruturais". Os chamados grautes e as argamassas poliméricas oferecem a estabilidade e a capacidade de proteção das armaduras suficientes para reparos não estruturais.

Poderá ainda escolher se o produto é fluido - para preenchimento horizontal ou em locais com grande quantidade de obstáculos que dificultem o adensamento - ou moldável - que permitem adensamento perfeito ou aplicação em superfícies verticais -, dependendo da dificuldade de acesso ao local a ser aplicado. O importante, no reparo, é preencher totalmente a área.

O acabamento com verniz ou hidrofugante é facultativo, pois a maioria dos produtos em oferta no mercado já levam em sua composição componente impermeabilizante. Mas caso opte por um produto sem hidrofugante, a impermeabilização pode ser feita depois que a superfície estiver curada.

Veja abaixo o passo a passo para realização do serviço:

Marcação da área: Delimite a área com um ângulo reto, de preferência retangular, com uma folga de 10 cm a 15 cm da área com bicheira ou c
om armadura exposta.

Corte Corte: a região demarcada com disco de corte apropriado, tomando o cuidado de efetuar o cruzamento dos cortes nos cantos do reparo a fim de assegurar a profundidade. Isso garante maior facilidade para a limpeza do local. Durante o corte, tome cuidado para não romper a armadura, se houver.

Remoção do concreto deteriorado: Com ponteiro e marreta ou rompedor elétrico, apicoar e eliminar todas as áreas deterioradas, criando uma superfície regular e limpa.

Para reparos com armadura, remova todo o concreto em volta da armadura corroída deixando, em seu contorno, um vão suficiente que passe a sua mão. Para continuar o reparo, a deterioração da armadura deverá estar apenas superficial, pois se a perda for muito grande será necessário consultar um especialista para realizar a substituição.

Limpeza da área de trabalho: A superfície do concreto deve estar isenta de partículas soltas e da presença de graxa e óleos. A área deve estar rugosa para obter boa aderência.

Limpe a armadura com lixa ou escova de aço para eliminar a ferrugem. Depois, com um pincel aplique uma camada de um produto inibidor de corrosão (primer epóxi, rico em zinco) evitando manchar o concreto. Importante: antes do próximo passo é necessário obedecer o tempo de cura do produto especificado pelo fabricante.

Preparação da mistura e da área: Umedeça a área com a broxa e em seguida prepare a argamassa ou graute de acordo com a recomendação do fabricante.

Recomposição do concreto: Imediatamente após a preparação da mistura, aplique a argamassa na área do reparo moldando com a colher de pedreiro. Aplique por camadas: com a argamassa, a espessura é de 2 cm, e no caso do graute é possível criar camadas de até 5 cm. O tempo de cura varia de acordo com o produto - argamassa ou graute - de cada fabricante. Em média, cada camada de argamassa demora 6 h.

Fonte: Revista Equipe de Obra

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Tributo ao fotógrafo Wolney Teixeira de Souza

Artistas e entidades culturais de Cabo Frio convocam toda a população para um grande tributo ao fotógrafo Wolney Teixeira de Souza, nesta terça-feira (02/06/2009).

A idéia é celebrar a vida e a obra do "Fotógrafo de Cabo Frio", que registrou a cidade na primeira metade do século 20.

A principal reivindicação é a aquisição do acervo por parte da prefeitura e a desapropriação de sua casa histórica para ser transformada em Museu da Imagem, como prometeu o prefeito Marquinho Mendes no ano passado durante a campanha eleitoral.

Portanto a partir das 10 horas, compareçam todos na Rua Érico Coelho (ao lado da agência dos Correios do centro da cidade).

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Segurança na Construção - Cuidados com Pedestres.

As pessoas que não trabalham na obra não têm idéia dos riscos que correm.

Se você trabalha na construção civil, entende quão perigosa seu trabalho pode ser. Mas, pessoas estranhas à atividade provavelmente não têm a menor idéia de que também correm perigo quanto estão próximas de seu local de trabalho.

Um escavação descoberta pode se transformar na "tumba" de um pedestre. Materiais içados sobre uma rua podem cair sobre um carro. Fios elétricos cortados ou desemcapados podem dar choque em alguém que inadvertidamente encoste neles.

Riscos potenciais como esses devem estar previstos no planejamento da obra, principalmente no que envolve pedestres. O planejamento de segurança deve integrar a todos, desde o início dos trabalhos, mantendo uma atenção especial quando a situação estiver relacionada ao controle do tráfego temporário.

Duas considerações fundamentais quando um planejamento de segurança de pedestres for elaborado:

  • Movimentações complicadas envolvendo ao mesmo tempo veículos e equipamentos devem ser evitadas tanto dentro das dependências quanto fora.

É preciso providenciar para todas as situações um caminho seguro e apropriado para transitar.

Tente sempre manter distante do trânsito de pedestres os veículos da obra e a movimentação de equipamentos e materiais. Utilize bandeiras coloridas ou outras formas de chamar a atenção para ajudar as pessoas a entenderem como proceder. Ninguém deve, para evitar um equipamento ou trabalhador, ser obrigado a entrar num canteiro de obra ou uma via pública.

Sempre que possível, isole dos pedestres o local da obra. Use cones ou outras formas de delimitação, atentando para que eles sejam inofensivos caso um veículo os atinja, não oferecendo perigo para pedestres ou motoristas. Se você tiver de criar um novo caminho para os pedestres para evitarem a área, instale um pequeno corredor na calçada para proteger contra a queda de caliças ou outros materiais. Além disso, assegure-se de que o local estará iluminado adequadamente para o período noturno.

Da mesma forma, cubra trincheiras ou outras escavações com pesadas placas de metal que não consigam ser movidas a não ser com a utilização de máquinas. Instale coberturas para os painéis elétricos de maneira que o pessoal não-autorizado não consiga ter acesso. E quando precisar movimentar materiais acima da cabeça das pessoas, como vigas ou manilhas, feche o trafego e redirecione os pedestres.

Faça a sua parte para que todas as pessoas que não façam parte da sua equipe não corram riscos com sua obra.

As empresas tem que ter em mente que o dinheiro gasto com a segurança e saúde ocupacional do trabalho, não é custo e sim investimento. Pois o custo dos acidentes relacionado as atividades laboral é em torno de 1,8% PIB no Brasil.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Empreendimentos e Atividades sujeitos ao Licenciamento Ambiental

Estão sujeitos ao licenciamento ambiental:

  • Atividades agropecuária e agrossilvopastoril.
  • Barras, embocaduras e canais em corpos de água; barragens, diques e canais de drenagem; dragagem e retificação de cursos de água; enrocamentos em corpos de água; transposição de bacias hidrográficas; aterros sobre espelhos d’água.
  • Cemitérios.
  • Cultivo de cana e açúcar pelo método de irrigação por aspersão.
  • Dutos de derivados de petróleo e de álcool.
  • Estações de rádio-base do sistema móvel celular.
  • Indústrias de extração mineral.
  • Indústrias de transformação.
  • Oficinas de manutenção de veículos.
  • Portos e aeroportos.
  • Postos de abastecimento de combustíveis.
  • Prestação de serviços de natureza industrial em unidades de terceiros.
  • Projetos de parcelamento do solo para fins de assentamento rural.
  • Projetos de silvicultura – plantio de espécies florestais com a finalidade de corte.
  • Projetos de urbanização – edificações, loteamentos e projetos de parcelamento do solo, estruturas de apoio a embarcações de pequeno e médio portes, obras de drenagem urbana e pavimentação de vias, corte e aterro para nivelamento de greide.
  • Rodovias, ferrovias e hidrovias.
  • Sistemas de captação, tratamento e distribuição de água.
  • Sistemas de coleta e tratamento de despejos industriais e esgotos sanitários e emissários submarinos.
  • Terminais de minério e de petróleo e derivados, pontos de distribuição (city-gates) e bases de estocagem de combustíveis.
  • Transporte de resíduos e de produtos químicos.
  • Unidades de estocagem, tratamento e incineração de resíduos industriais.
  • Unidades de geração e distribuição e redes de transmissão de energia elétrica.
  • Unidades de reciclagem e aterros de resíduos urbanos
  • Outras atividades que por suas características sejam consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou que possam causar degradação ambiental.

Caso o seu empreendimento/atividade não esteja enquadrado nesta relação, consulte a Central de Atendimento da Feema.

Fonte: Inea RJ

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Jornada máxima de 5h para atividades repetitivas

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou no dia 20 de maio proposta que reduz a jornada de trabalhadores sujeitos a esforço repetitivo para o máximo de cinco horas e intervalos de 10 minutos a cada 50 trabalhados.

"Acreditamos que as medidas preventivas protegem a saúde do trabalhador, além de não onerar a Seguridade Social. Combinados os exercícios e a jornada limitada em cinco horas diárias, pode haver redução da incidência da lesão por esforços repetitivos nos trabalhadores", avaliou o relator da matéria, deputado Eudes Xavier (PT-CE).

De acordo com texto aprovado, serão enquadradas na nova jornada reduzida com intervalos e atividades que exigirem força excessiva; posições desconfortáveis; repetitividade de um mesmo padrão de movimentos; compressão mecânica das estruturas dos membros superiores; e tensão excessiva, desprazer e postura estática. Além disso, os intervalos devem ser aproveitados para descanso e para realização de exercícios compensatórios.

Hoje, conforme a legislação trabalhista, a maioria das atividades repetitivas, como a de digitador, está sujeita à jornada maior, de 44 horas semanais. Em alguns setores, como de telefonia, telegrafia submarina ou subfluvial, de radiotelegrafia ou de radiotelefonia, fica estabelecida para os respectivos operadores a jornada máxima é seis horas por dia ou 36 horas por semana. Há intervalos de dez minutos a cada 90 trabalhados para empregados que realizam serviços permanentes de mecanografia (datilografia, escrituração ou cálculo).

O texto aprovado foi um subsitutivo de Eudes Xavier ao Projeto de Lei 4347/98, do deputado licenciado Walter Pinheiro (PT-BA) e do ex-deputado Luciano Zica (PT-SP), que previa medidas para prevenir a lesão por esforço repetitivo (LER) e outros quatro projetos apensados (1897/99, 3319/00, 6213/05, e 317/07).

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada em seguida pela Comissão de Seguridade Social e Família e, por fim, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

terça-feira, 26 de maio de 2009

Acidentes são mais comuns entre os menos qualificados

Os operários de menor nível de escolaridade são as maiores vítimas de acidentes no trabalho no porto de Santos. Essa avaliação é praticamente aceita por todos no cais. Segundo Fábio Luiz do Nascimento, supervisor de treinamento do Órgão de Gestão da Mão de Obra (Ogmo), a maioria dos acidentes ocorre com trabalhadores de capatazia, ligados ao Sintraport, e com os estivadores. Essas duas categorias são as maiores do porto. "O fator cultural influi nos acidentes e o ambiente de trabalho é perigoso. Qualquer acidente é com lesão grave", afirma Nascimento.

Em 2008, o Ogmo contabilizou 138 acidentes, dos quais 73 com afastamento do trabalho, mas a entidade não possui um levamento sobre a relação entre os acidentes e o nível de escolaridade do trabalhador.

A busca do ganho por produção, que se acrescenta ao salário básico, leva os trabalhadores a atuar com maior esforço e mesmo com maior insegurança, explica o estivador Mauro Assis. "Quando depende da produção, para não parar o trabalho, os riscos aumentam. Trabalhei em um navio de contêineres no qual em certo momento faltou energia elétrica, ficou muito escuro. Mesmo assim, a operação continuou porque é desse segmento que obtemos mais de 60% dos nossos ganhos. Eu mesmo cai no espaço entre dois contêineres", conta o estivador.

Uma sucessão de acidentes fatais no porto, entre 2007 e 2008, com sete vítimas, levou as entidades portuárias a promoverem cursos com o foco em segurança. Em 2008, o Centro de Excelência Portuária (Cenep), órgão recém-criado por entidades ligadas ao porto, entre as quais a prefeitura e o Ogmo, promoveu o primeiro curso. Voltado para procedimentos operacionais, abordou o manuseio com sacaria, contêineres e cargas a granel.

O próximo passo da entidade é aliar-se à Secretaria de Educação de Santos para fazer novo levantamento da escolaridade dos portuários e oferecer-lhes cursos de alfabetização e de ensino fundamental. "Temos de avançar desde essa base até o estágio do uso de simuladores nas operações, mas para isso precisamos de verba, não tenho onde captar recursos", afirma Esmeraldo Tarquínio de Campos Neto, coordenador do Cenep.

Tanto o Cenep quanto o Ogmo buscam parcerias com o Ensino Profissional Marítimo, tocado pela Marinha. Uma parcela equivalente a 2,5% da folha de pagamento dos portuários destina-se a um fundo sob responsabilidade da corporação. Para 2009, o Ogmo intermediará curso para 56 turmas, envolvendo um total de 1.680 vagas aos trabalhadores avulsos sobre procedimento operacional-padrão em três tipos de carga.

A realização de cursos de capacitação, em todos os setores, é um bom exemplo a ser seguido por todos os governantes, além de aumentar o nível de escolaridade, aumenta-se também a segurança no ambiente de trabalho.

Fonte: Revista Proteção

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Norma de fôrmas e escoramentos vigora desde 15 de maio

A NBR 15696, destinada a Fôrmas e Escoramentos para Estruturas de Concreto - Projeto, Dimensionamento e Procedimentos Executivos, entra em vigor no dia 15 de maio, sexta-feira. Em 27 páginas, a normalização fixa as condições a serem obedecidas na aplicação dos sistemas para a execução de estruturas de concreto moldadas na obra.

A norma trata dos procedimentos de todos os tipos de fôrmas, como as de madeira, aço e alumínio. "Como nunca houve uma norma específica sobre esse assunto, as fôrmas e escoramento para estruturas de concreto sempre foram tratadas com pouca técnica", observa Fernando Rodrigues, coordenador da Comissão de Estudos de Fôrmas e Escoramentos do CB-02 (Comitê Brasileiro de Construção Civil) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Segundo ele, um dos méritos da norma está na padronização de critérios de cálculo de ensaio e de equipamentos. "Antes se aproveitava um pouco de cada norma brasileira ou as empresas se baseavam em normas estrangeiras para fazer os ensaios. Havia casos em que até não faziam ensaio nenhum", conta Rodrigues.

A NBR 15696 já pode ser adquirida no site da ABNT por meio do endereço www.abntnet.com.br.

Fonte: www.piniweb.com.br

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Perder emprego eleva em até 83% riscos à saúde (*)

Perder o emprego por fechamento da empresa ou extinção do cargo aumenta em até 83% as chances de o profissional desenvolver alguma doença. É o que mostra uma pesquisa realizada na Escola de Saúde Pública de Harvard com dados do "U.S. Panel Study of Income Dynamics" de 1999, 2001 e 2003, um estudo do comportamento econômico, social e relacionado à saúde de quase 9.000 famílias americanas.

A pesquisadora Kate Strully, socióloga da State University of New York, analisou o impacto que a perda do posto de trabalho "sem culpa" (como definiu a demissão por encerramento do cargo ou fechamento da empresa) na saúde de empregados com diversos cargos, em áreas como gerenciamento, operação de máquinas e serviços.

As principais doenças foram as cardiovasculares (especialmente hipertensão e doenças do coração) e artrite. "Acredito que é mais provável que as doenças surjam em parte por causa de uma depressão e também por estresse e mudanças nos comportamentos saudáveis", disse Strully à Folha.

Um outro trabalho, realizado em São Paulo e Porto Alegre pela Isma-BR, instituição dedicada ao estudo da prevenção e do tratamento de estresse, mostra que o medo de perder o emprego torna as pessoas 50% mais propensas a ter problemas de saúde.

Entre os mil entrevistados, 37% afirmaram ter medo de perder o posto. Desses, 88% relataram dores de cabeça e musculares, 42% disseram ter problemas de sono e 30% apresentaram pressão alta, dor no peito e suspeita de infarto. No Brasil, foram fechadas quase 800 mil vagas com carteira assinada de novembro de 2008 a janeiro deste ano.

Sintomas

Ao deixar de integrar uma organização, o sentimento de perda, o medo e a insegurança desencadeiam um quadro de estresse. Quando é intenso ou prolongado, ele desregula a produção de hormônios.

No sistema cardiovascular, esse desequilíbrio pode levar a aumento da pressão arterial, diabetes e maior risco de infarto e derrame cerebral em pessoas com propensão.

"Observo constantemente esse tipo de problema. A pessoa perde o emprego, então ela infarta ou fica hipertensa. E sempre se questiona: "puxa, trabalhava tanto e agora, sem trabalhar, fiquei doente". Acontece que a doença já existia e a demissão foi o gatilho para o problema", afirma Ana Lúcia Alves Ribeiro, diretora do Departamento de Psicologia da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo.

Nesse contexto, o sistema imunológico também fica debilitado e pode precipitar a manifestação de doenças autoimunes, caso da artrite reumatoide. Doenças de dor crônica, como fibromialgia, também pioram.

Fonte: (*) www.protecao.com.br / Folha de São Paulo

terça-feira, 19 de maio de 2009

Dicas para Redução do Uso de Papel

Cada tonelada de papel que se recicla, significa que deixam de ser cortadas 32 árvores de Pinus e três de Eucalipto. Todo o papel que não reciclamos vai para os aterros sanitários. Reciclar uma tonelada de papel significa 3m3 de espaço livre nos aterros, proporcionando a estes uma vida mais longa.

Você sabia que para produzir uma tonelada de papel reciclado são necessários apenas 2 mil litros de água, enquanto que para produzir o papel tradicional, de cor branca, esse volume pode chegar a 100 mil litros. Assim como os metais e os plásticos, o papel é um bem precioso que precisa ser reciclado.

Dica 1: Tente reduzir ao máximo o consumo de papel.

Dica 2: Separe todo o papel que você utilizar em sua casa e encaminhe para a reciclagem como folhas de caderno, aparas de papel, envelopes, folhas de rascunho, fotocópias, cartazes, panfletos que você receber na rua e caixas.

Dica 3: Evite imprimir suas mensagens eletrônicas, antes de encaminhar para a reciclagem verifique se mais alguém em sua casa não pode utilizar este papel; procure anotar recados sempre utilizando lápis, pois posteriormente você poderá apagá-lo e utilizar o papel novamente.

O Brasil recicla apenas 45% do papel que consome, valor ainda muito pequeno quando comparado com outros países e com o quanto ainda podemos fazer. Seguindo as dicas, podemos contribuir para aumentar a quantidade de papel reciclado.

Utilizando papel usado e reutilizado, temos menos lixo e mais árvores.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Ruído põe em risco a audição de milhares de brasileiros

Furadeiras, britadeiras, buzinas, entre outros itens muito comuns no cotidiano, aliados a falta de conhecimento das normas do trabalho, da consulta ao médico ocupacional e ao otorrinolaringologista, e o descaso com equipamentos de segurança estão entre as principais causas da surdez ocupacional, um dos mais graves problemas ocasionados em ambientes de trabalho no Brasil.

A perda auditiva induzida por ruído (PAIR), decorrente da exposição prolongada a elevados níveis de pressão sonora, é a mais comum entre os trabalhadores concentrados nas áreas da construção civil, indústrias e no trânsito, com os consequentes barulhos dos motores de ônibus e caminhões, buzinas e o conjunto de ruídos das grandes cidades. Silenciosa no início e com consequências “barulhentas” em longo prazo, a perda auditiva não ganha a mesma atenção que os acidentes de trabalho, mas o que muita gente não sabe é que este problema pode levar a quedas, falta de concentração e outras adversidades.

O otorrinolaringologista Daniel Okada, que atua na área de medicina ocupacional e participa da Campanha Nacional da Saúde Auditiva (www.saudeauditiva.org.br), da Sociedade Brasileira de Otologia, alerta sobre os problemas que a exposição a ruídos no trabalho pode trazer à saúde. “Além de causar perda auditiva, pode acarretar outros problemas como zumbido, dificuldade de concentração, alterações do sono e perda da capacidade produtiva”, diz Okada.

O médico alerta também sobre os problemas no organismo, que são ainda mais graves. “O ruído pode causar aceleração da frequência cardíaca e respiratória, alteração da pressão arterial, dilatação das pupilas, aumento do tônus muscular e estresse”, explica. A correta utilização dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individuais) como plugs intra-auriculares ou tipo concha são uma das melhores formas de amenizar a intensidade do barulho no trabalho. Mas, prevenir a PAIR e o barulho excessivo são possíveis com iniciativas e interação entre empregador, trabalhador e profissionais através das seguintes ações:

Empregador: implantar, em sua empresa, Programas de Conservação da Audição (PCA), que fazem o gerenciamento audiométrico, controlam a exposição e protegem o trabalhador individual e coletivamente. Os programas educam e instruem periodicamente todos os envolvidos, desde o trabalhador até o diretor-presidente e monitoram anualmente o desempenho de todas as etapas do próprio programa.

Trabalhador: cumprir rigorosamente todas as normas de segurança; evitar a exposição extra-ocupacional (o ruído social ou uma segunda ocupação), pois as exposições se somam; participar ativamente da implementação do PCA, com colaboração direta, críticas e sugestões; cuidar da própria saúde, evitando outras afecções que prejudiquem sua audição ou que o torne mais predisposto aos efeitos do ruído; colaborar e apoiar colegas de trabalho que já sejam portadores de alguma perda auditiva, no desempenho de suas funções.

Profissionais que atuam na empresa: reivindicar a implantação do PCA, cumprir todas as etapas dos programas de conservação; atualizar-se periodicamente no conhecimento do problema e das implicações normativas e legais; atuar com ética e isenção, em suas ações dentro dos programas, em sadia convivência com outros profissionais envolvidos.

Normas melhoraram relação médica no trabalho

A relação entre medicina do trabalho e Otorrinolaringologia em prol da assistência ao trabalhador melhorou após a implantação das Normas Regulamentadoras NR7 e NR9 do Ministério do Trabalho, que permitiram o diagnóstico precoce e medidas de prevenção. “Estamos vivendo um bom momento no controle da perda auditiva ocupacional, dispomos de informação e de legislação suficientes para administrar com competência os programas de conservação de audição disponíveis. Se alguma perda auditiva ocupacional ocorrer, certamente houve alguma falha na execução do programa”, diz o otorrinolaringologista Everardo Andrade, da ABORL-CCF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial).

Para ele, a maior dificuldade de regulamentação ocorre com as empresas de pequeno porte, que não disponibilizam recursos para executar os programas. De difícil controle, o ruído social, que se soma ao ocupacional, é o problema a ser resolvido, principalmente nos grandes centros urbanos. “O grande problema, hoje, é com o ruído social, que afeta não só os trabalhadores, mas toda a sociedade”, diz.

Mais sobre a PAIR:

- Manifesta-se predominantemente nas frequências de 6, 4 e 3 kHz, e, com agravamento da lesão, estende-se às frequências de 8, 2, 1, 0,5 e 0,25 kHz, as quais levam mais tempo para serem comprometidas;

- Trata-se de uma doença predominantemente coclear, na qual o portador da PAIR relacionada ao trabalho pode apresentar intolerância a sons intensos, zumbidos, além de ter comprometida a inteligibilidade da fala, em prejuízo do processo de comunicação;

- A PAIR relacionada ao trabalho é, principalmente, influenciada por ruídos, tempo de exposição e suscetibilidade individual;

- A PAIR relacionada ao trabalho não torna o ouvido mais sensível a futuras exposições;

- A PAIR relacionada ao trabalho pode ser agravada pela exposição simultânea a outros agentes, como por exemplo produtos químicos e vibrações;

- A PAIR relacionada ao trabalho é uma doença passível de prevenção e pode acarretar ao trabalhador alterações funcionais e psicossociais capazes de comprometer sua qualidade de vida.

O ruído não está presente apenas no ambiente de trabalho. Ele está nas ruas, bares, boates e até mesmo invisível, com o aumento do número de pessoas que utilizam fones de ouvido com celulares, iPods e outros aparelhos eletrônicos em meio ao já insuportável barulho das grandes cidades.

Cuidar da audição no trabalho, no cotidiano, e alertar amigos e familiares é preciso. Caso contrário, a PAIR e muitos outros males que não deveriam nem mesmo existir continuarão a afetar e contagiar pessoas. Por muito tempo.

Fonte: Agência Brasileira de Notícias / Revista Proteção

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Dicas para Diminuir o consumo de água

Nosso consumo água no Brasil está muito acima do desejável. Estima-se que em 2050, 45% da população mundial não terá acesso à quantidade mínima de água necessária para as funções do dia-a-dia. Diminuir o consumo é essencial para preservar o líquido mais precioso da humanidade.

Veja algumas dicas que podemos seguir para reduzir o consumo de água.

Dica 1: Banho – Um banho de 15 minutos exige 105 litros de água. Os especialistas afirmam que oito minutos são suficientes, o que reduzirá pela metade o consumo de água.

Dica 2: Torneira – Lavar as mãos, fazer a barba e escovar os dentes com a torneira aberta pode provocar um desperdício de até 60 litros de água. Por isso, feche sempre a torneira.

Dica 3: Descarga – A válvula de descarga é uma grande vilã no consumo de água. Sozinha, a água utilizada no vaso sanitário pode representar 50% de toda a água gasta em uma residência. Por isso nunca jogue cigarros, papéis, absorventes e quaisquer outros resíduos no vaso, pois, dessa forma, você estará evitando um maior consumo de água.

Dica 4: Lavando o Carro – Ao lavar o seu carro com a torneira aberta, você precisa de no mínimo 360 litros de água. Utilizando um balde com água e um pano úmido o consumo cai para menos de 30 litros, ou seja, uma economia de aproximadamente 90%.

Dica 5: Lavando louça – Ao lavar a louça com a torneira aberta, serão gastos em torno de 110 litros de água. Se você fechar a cuba da pia, enchê-la com água, ensaboar toda a louça e enxaguá-la com água limpa, você precisará de menos de 10 litros de água para lavar a sua louça.

Dica 6: Lavando sua roupa – Procure sempre utilizar a capacidade máxima de sua máquina de lavar roupas. Não lave suas roupas todos os dias: espere acumular, assim você economiza água e energia. Após lavar suas roupas. Não deixe que a água vá embora sem antes reutilizá-la: esta água pode servir para ensaboar tapetes, tênis e cobertores. Serve também para molhar plantas, lavar carros e calçadas.

Dica 7: Vazamentos – Observe se em sua casa existem vazamentos, se a válvula de descarga está funcionando perfeitamente, se não há manchas nas paredes e também se as torneiras estão vedadas adequadamente. Uma torneira que fica gotejando durante um mês representa um desperdício de 2 metros cúbicos, ou seja, o suficiente para atender as necessidades de uma pessoa por 14 dias.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Brasil gasta R$ 42 bilhões com acidentes de trabalho por ano

Os acidentes de trabalhos custam aos cofres públicos R$ 42 bilhões por ano, o que representa 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. A informação, segundo Agência Brasil, é do coordenador da Comissão Tripartite de Saúde e Segurança no Trabalho (CSST), Remígio Todeschni. Para ele, o combate aos acidentes de trabalho pode ajudar a conter os efeitos da crise financeira internacional.

No Dia Mundial de Segurança e Saúde do Trabalhador, 28, a comissão, formada pelos ministério da Saúde, Previdência Social, e Trabalho e Emprego debateu a unificação de esforços na luta contra os acidentes de trabalho.

A preparação dos profissionais da área de saúde para a identificação de doenças e acidentes causados pelo trabalho é um dos principais desafios do grupo. Segundo Todeschni, a identificação correta das doenças do trabalho é um dos fatores que interfere no combate e prevenção. “O crescimento das notificações de 2006 para 2008 foi de 152%, devido ao melhor reconhecimento das doenças profissionais a partir de abril de 2007”, afirma.

A reabilitação profissional dos trabalhadores acidentados é um dos pontos defendidos pelo coordenador. “Temos que fazer com que as pessoas com incapacidades parciais sejam readmitidas no locais de trabalho, com mais qualidade”, afirma Remígio.

O ministério do Trabalho Emprego tem investido nas análises dos acidentes de trabalho, para isso assinou um termo de cooperação com a Procuradoria do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Segundo o representante do ministério, Rinaldo Marinho, a pesquisa servirá instrumento de prevenção de novos acidentes. Entre as principais ações desenvolvidas pela comissão estão reforço na fiscalização de acidentes, estudo de uma regulamentação mais ampla, e fortalecimento do diálogo social, para a criação de políticas públicas setoriais benéficas para os trabalhadores, patrões e governo.

A redução do custo dos acidentes e doenças do trabalho só será possível se atuarmos na prevenção dos mesmos.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Divulgação dos Gastos Públicos na Internet

A Câmara dos Deputados aprovou na noite da terça-feira (05/05) projeto de lei que prevê mais transparência para os gastos públicos. Pela proposta, os governos federal, estaduais e municipais são obrigados a liberar informações sobre a execução de despesas e receitas cipais, em tempo real, nos meios eletrônicos de acesso ao público.

O projeto de lei complementar do Senado foi aprovado por 389 votos. Como não houve alteração pelos deputados, ele segue à sanção presidencial. A nova proposta de lei determina que as informações sobre despesas e receitas sejam detalhadas e de livre acesso a pessoas físicas e jurídicas.

No caso das despesas efetuadas por entes federados, devem ser divulgados os atos praticados durante a sua execução, tais como o bem fornecido ou serviço prestado, o beneficário do pagamento e a licitação, entre outros. Em relação às receitas, o projeto determina que seja lançado, em meio eletrônico, os dados constantes dos lançamentos e do recebimento das receitas dos governos.

A proposta aprovada pelos deputados inclui a obrigatoriedade dos municípios, dos estados e do Distrito Federal de adotarem um sitema integrado de administração financeira e controle, para atender os padrões do governo federal e as exigências do projeto.

A União, os estados e os municípios, pelo projeto, terão o prazo de 01(um) a 04(quatro) anos para se adequarem às novas regras de transparência exigidas pela proposta, que se sancionada pelo Presidente Lula se trasformará em lei.

Vamos esperar a sanção presidencial e começar a cobrar dos governantes, principalmente os da nossa Região dos Lagos, a divulgação dos gastos na internet.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Óleo de Cozinha Usado vira Sabão Ecológico

O óleo de cozinha usado que antes era destarcado, se transforma em material de trabalho para os alunos de um curso no Horto Escola Municipal em São Pedro da Aldeia que aprendem a fazer um sabão ecologicamente.

O professor Pedro Paulo, em reportagem ao RJTV 1ª Edição desta quarta-feira (06/05), explica que o sabão ecológico ajuda no orçamento de famílias e contribue para a preservação do meio ambiente. Com quatro litros de óleo usado é possível fazer doze barras de meio quilo de sabão. Cada uma pode ser vendida em média por R$ 2,50. Ou seja, se vender todas as doze barras, a pessoa pode lucrar R$ 30. Um bom lucro para quem gasta RS 10 para fazer tudo isso. O sabão pode ser usado uma semana depois de ser feito.

O curso para fazer o sabão ecológico é oferecido pela Prefeitura Municipal de São Pedro da Aldeia no Horto Escola da cidade e as aulas são de graça. Os interessados podem fazer as inscrições no próprio local.

O Horto Escola fica na Rodovia Amaral Peixoto, km 108, no bairro Balneário de São Pedro da Aldeia. O telefone para contato é o (22) 2627-8537.

Confira o passo-a-passo da receita do sabão ecológico:

Ingredientes:

4 litros de óleo

1 kg de soda cáustica (soda granulada)

1 copo americano (200 ml) de fubá de milho

1 copo de açúcar

3 litros de água, sendo 2 litros para dissolver a soda cáustica e 1 litro para dissolver o fubá com o açúcar separadamente

Modo de fazer:

Esquente o óleo e a água sem levantar fervura. Dissolva a soda cáustica na água. Coloque o óleo quente na soda dissolvida. Dissolva o fubá e o açúcar em outro recipiente e depois misture com a soda e o óleo quente. Misture tudo durante 30/40 minutos até que a mistura fique bem homogênea, neste passo, se quiser, pode acrescentar corante e aromatizante. Coloque a mistura em vasilhas plásticas e desenforme o sabão depois de 24 horas. O sabão pode ser usado uma semana depois de ser feito.

Preservar o Meio Ambiente é responsabilidade de todos !

Custos Unitários Básicos de Construção - Abril/2009


Os valores acima referem-se aos Custos Unitários Básicos de Construção (CUB/m²), calculados de acordo com a Lei Fed. nº. 4.591, de 16/12/64 e com a Norma Técnica NBR 12.721:2006 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e são correspondentes ao mês de Abril/2009. "Estes custos unitários foram calculados conforme disposto na ABNT NBR 12.721:2006, com base em novos projetos, novos memoriais descritivos e novos critérios de orçamentação e, portanto, constituem nova série histórica de custos unitários, não comparáveis com a anterior, com a designação de CUB/2006".

"Na formação destes custos unitários básicos não foram considerados os seguintes itens, que devem ser levados em conta na determinação dos preços por metro quadrado de construção, de acordo com o estabelecido no projeto e especificações correspondentes a cada caso particular: fundações, submuramentos, paredes-diafragma, tirantes, rebaixamento de lençol freático; elevador(es); equipamentos e instalações, tais como: fogões, aquecedores, bombas de recalque, incineração, ar-condicionado, calefação, ventilação e exaustão, outros; playground (quando não classificado como área construída); obras e serviços complementares; urbanização, recreação (piscinas, campos de esporte), ajardinamento, instalação e regulamentação do condomínio; e outros serviços (que devem ser discriminados no Anexo A - quadro III); impostos, taxas e emolumentos cartoriais, projetos: projetos arquitetônicos, projeto estrutural, projeto de instalação, projetos especiais; remuneração do construtor; remuneração do incorporador."

Fonte: Sinduscon-Rio

terça-feira, 5 de maio de 2009

Licenciamento Ambiental descentralizado no Estado do Rio de Janeiro

O Inea - Instituto Estadual do Ambiente, órgão vinculado à Secretaria Estadual do Ambiente, começou na última segunda-feira (04/05) a capacitar 38 municípios fluminenses para emissão de licenças ambientais de baixo impacto.

As atividades poluidoras consideradas de baixo impacto ambiental, segundo avaliação dos técnicos do Inea, entre outras, são a instalação de lava-jatos, padarias, loteamentos e indústrias de pequeno porte.

A prioridade do órgão estadual ambiental, segundo noticiou a Agência Brasil, é ratificar os convênios e apoiar os municípios a se capacitarem para exercer a atividade de licenciamento. O curso será ampliado, gradativamente, para as 54 cidades restantes do interior do estado.

O objetivo é fornecer as condições para que municípios de pequeno porte inclusive, que não teriam uma estrutura mínima para exercer essa atividade isoladamente, possam vir a se consorciar com municípios vizinhos e ter uma estrutura pública comum.

A descentralização dará mais agilidade aos processos de licenciamento ambientais. Para saber se a sua cidade já possui o licenciamento ambiental, procure a Secretaria Municipal de Meio Ambiental para obter mais informações.

Essa descentralização é uma ótima iniciativa do Governo do Estado, pois as atividades de interesse puramente local será de responsabilidade dos municípios e caberá ao Estado os grandes licenciamentos.