terça-feira, 30 de junho de 2015

Esquerda brasileira se une contra o conservadorismo

O Grupo Brasil fará sua primeira reunião no dia 25 de julho na capital paulista; coalizão irá defender conquistas sociais e dar força e unidade popular aos partidos de esquerda
Dirigentes do PT, PSOL e PCdoB, representantes do Movimento Sem Terra (MST) e das centrais sindicais criaram, no último sábado (27), em São Paulo (SP), o Grupo Brasil. Em articulação desde o fim do ano passado, nova frente pretende fortalecer os partidos de esquerda no País.
Para o secretário Nacional de Comunicação do PT, José Américo Dias, essa “aglutinação de forças” torna o Grupo Brasil uma iniciativa importante para a história do Brasil. “A ideia é fazer defesa de teses em comum e lutar pelo o que une os partidos”, diz.
Segundo o petista, a frente irá proteger também as conquistas sociais importantes e algumas bandeiras que são comuns a todos. No entanto, o secretário afirma que não há qualquer viés eleitoral ou partidário no Grupo Brasil.
Constituída para defender as conquistas sociais e dar força e unidade popular aos partidos de esquerda, a frente marcou sua primeira reunião para o dia 25 de julho, também na capital paulista. A política econômica será tema do primeira debate, que tratará também sobre os setores críticos da economia. Serão elaboradas também no encontro as diretrizes do grupo.
A iniciativa partiu de movimentos sociais e sindicatos e revela a preocupação das forças sociais e dos partidos, que mesmo com posições políticas diferentes, se uniram em torno da ideia de defesa de conquistas sociais, reformas sócias e defesa da democracia.
“Há uma escalada conservadora na política brasileira e uma ameaça por parte da direita às conquistas sociais e políticas importantes, por isso precisamos defender os pontos de vistas comuns, o direito de livre expressão sexual, direito das minorias e acabar com os ataques racistas”, afirma José Américo Dias.
A primeira conferência nacional da frente de coalizão de esquerda está marcada os dias 5 e 6 de setembro, com a presença esperada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Por Danielle Cambraia, da Agência de Notícias

terça-feira, 14 de abril de 2015

quinta-feira, 9 de abril de 2015

R$4,6 milhões é o preço do PL 4.330 (Projeto da Terceirização) ?


A direita, que tanto denuncia o suposto aparelhamento do Estado por parte do PT, quer acabar com os concursos públicos e só utilizar trabalho terceirizado.

Luiz Macedo/ Câmara dos Deputados
Liderados pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, a quem o experiente jornalista político Jânio de Freitas descreveu como “cria de Paulo César Farias”, nossos deputados aprovaram por 324 votos favoráveis e 137 discordantes o texto base do Projeto de Lei 4.330/04, que regulamenta e amplia a possibilidade de terceirizações nas empresas.
 
Polêmico, o PL extingue a diferenciação entre atividade-meio e atividade-fim – o que abre precedente para a possibilidade de terceirizações ilimitadas e empresas sem empregados – estabelece que a responsabilidade da empresa contratante é subsidiária em relação a prestadora do serviço, e permite até mesmo a terceirização de cargos do serviço público, excetuando somente os setores de regulamentação e fiscalização. Trata-se do maior retrocesso aos trabalhadores desde a ditadura militar.
 
A retórica dos partidários do projeto de que é preciso especializar o mercado de trabalho e dar garantias aos mais de 12 milhões de terceirizados no país não resiste a análise dos dados. O texto prevê que no caso de calote patronal o trabalhador somente poderá recorrer a “empresa mãe” após esgotadas as possibilidades de receber da que o contratou, a dita responsabilidade subsidiária. Além do mais, no Brasil os terceirizados recebem em média 24,7% menos que os diretamente contratados, possuem jornada semanal 3 horas e meia maior e são os que mais sofrem acidentes de trabalho, o que derruba por terra a tese da especialização. A precarização dos terceirizados é tão evidente que entre os 10 maiores resgates de trabalhadores em condição análoga a escravidão realizados entre 2010 e 2013, em nada menos que 90% dos casos as vítimas eram terceirizadas.
 
A Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra) tem verdadeiro horror a proposta. Em campanha de denúncia e combate ao projeto, o presidente da associação e juiz titular da 20ª Vara Trabalhista de Porto Alegre sustenta que a lei tem potencial de reduzir a participação do fator trabalho na renda dos atuais 34 a 37% para algo entre 25 a 30%, e diz que os efeitos seriam “catastróficos”.
 
Se tudo isso ainda não fosse suficiente, temos ainda escandalosa inconstitucionalidade no PL. O artigo 37 inciso II da Constituição Federal prevê que:
 
“a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração”.
 
Serão nossos parlamentares tão ignorantes, ou prepotentes, a ponto de afrontar a constituição munidos de um simples Projeto de Lei?
 
O mais intrigante desse quadro é o fato da direita tanto denunciar o suposto aparelhamento do Estado por parte do PT e ainda assim defender a terceirização dos cargos das empresas públicas e sociedades de economia mista, o que justamente as transformará em mero cabide eleitoral. É o velho patrimonialismo da elite de volta a ofensiva.
 
Os verdadeiros interessados no PL 4.330/04
 
Na terça-feira (7) o PL foi pautado pelo presidente da Câmara e como não poderia ser diferente, diversos atos de repúdio ocorreram em 17 estados e no Distrito Federal. Em frente ao congresso juntaram-se cerca de 4 mil manifestantes (segundo a CUT, a PM estima 2,5 mil) no intuito de pressionar os parlamentares.
 
Diante da pressão, o altivo Eduardo Cunha tomou uma medida inusitada que escancara a quem ele serve com o PL 4.330. Os sindicalistas da CUT e CTB foram proibidos de adentrar a chamada “casa do povo”, enquanto representantes de entidades empresariais, principalmente da indústria, assistiam a plenária tranquilamente. A atitude foi tão absurda que em liminar que suspende a autoritária decisão o ministro do STF Marco Aurélio Mello considerou “inimaginável” o acontecido.
 
Os favoráveis a terceirização generalizada arrotam termos como eficiência e especialização mas pesquisa da própria Confederação Nacional da Indústria demonstra o óbvio, quando perguntados sobre a terceirização, 91% dos industriais a consideram em primeiro lugar uma boa alternativa para a redução dos custos.
 
Por fim chegamos ao que motivou a headline do artigo, o pequeno grande segredo do maior entusiasta do projeto. Em 2014 o atual presidente da Câmara Eduardo Cunha declarou arrecadação da ordem de 6,8 milhões em doações para a campanha. Desse montante, 4,6 milhões vieram principalmente da indústria de bebidas, mineradoras, bancos e da Telemont, interessadíssimos no assunto. Será esse o preço pago pela aprovação do PL 4.330? Ou as empresas acreditam no “compromisso com o bem público” de seus patrocinados?

Fonte: cartamaior.com.br

domingo, 22 de março de 2015

ASAERLA e CREA-RJ impende implosão de aqueduto em Arraial

Presidente da ASAERLA - Associação de Arq e Eng da Região dos LagosEng Luciano Silveira e Conselheiro do CREA-RJ, representante da ASAERLA, Eng Andre Lisandro falando sobre os riscos da falta de documentação de uma empresa sem registro no CREA que Prefeitura de Arraial do Cabo contratou para realizar a implosão aqueduto.

http://g1.globo.com/rj/regiao-dos-lagos/rjintertv-2edicao/videos/t/edicoes/v/proximidade-com-posto-de-gasolina-e-mais-um-fator-contra-implosao-de-aqueduto-em-sao-pedro/4053123/

Apos Açao ASAERLA - Associaçao dos Arquitetos e Engenheiros da Regiao dos Lagos com denuncia ao CREA/RJ, Prefeitura de Arraial suspende implosao do aqueduto porque a empresa contratada nao tinha registro no orgao classe.
So um esclarecimento, como a empresa contratada venceu a licitaçao sem registro no Crea ? (Lei das Licitacoes 8666/93, art 30, inciso I)

http://g1.globo.com/rj/regiao-dos-lagos/rjintertv-1edicao/videos/t/edicoes/v/implosao-de-aqueduto-em-arraial-rj-e-adiada-apos-crea-notificar-empresa/4052312/?fb_ref=Default

terça-feira, 17 de março de 2015

III Simpósio Nacional de Gerenciamento de Cidades


Associação Amigos da Natureza da Alta Paulista convida estudantes, pesquisadores, professores e profissionais da área arquitetura e urbanismo, engenharia, geografia, direito, administração e áreas afins, a contribuírem com trabalhos e reflexões no III Simpósio Nacional de Gerenciamento de Cidades e o II Encontro Técnico e Científico para Construção de Cidades Verdes que se realizará entre os dias 23 e 24 de julho de 2015, nas dependências da UNESP – Campus de Tupã, São Paulo.

Período: de 23 a 24 de Julho de 2015

Local: Câmpus de Tupã, UNESP

Maiores informações: www.amigosdanatureza.org.br

segunda-feira, 9 de março de 2015

O panelaço da barriga cheia e do ódio

por Juca Kfouri

 
Nós, brasileiros, somos capazes de sonegar meio trilhão de reais de Imposto de Renda só no ano passado. 
Como somos capazes de vender e comprar DVDs piratas, cuspir no chão, desrespeitar o sinal vermelho, andar pelo acostamento e, ainda por cima, votar no Collor, no Maluf, no Newtão Cardoso, na Roseana, no Marconi Perillo ou no Palocci. 
 O panelaço nas varandas gourmet de ontem não foi contra a corrupção. 
 Foi contra o incômodo que a elite branca sente ao disputar espaço com esta gente diferenciada que anda frequentando aeroportos, congestionando o trânsito e disputando vaga na universidade. 
 Elite branca que não se assume como tal, embora seja elite e branca. 
 Como eu sou. 
 Elite branca, termo criado pelo conservador Cláudio Lembo, que dela faz parte, não nega, mas enxerga. 
 Como Luís Carlos Bresser Pereira, fundador do PSDB e ex-ministro de FHC, que disse:
“Um fenômeno novo na realidade brasileira é o ódio político, o espírito golpista dos ricos contra os pobres. 
O pacto nacional popular articulado pelo PT desmoronou no governo Dilma e a burguesia voltou a se unificar. 
Surgiu um fenômeno nunca visto antes no Brasil, um ódio coletivo da classe alta, dos ricos, a um partido e a um presidente. 
Não é preocupação ou medo. É ódio. 
Decorre do fato de se ter, pela primeira vez, um governo de centro-esquerda que se conservou de esquerda, que fez compromissos, mas não se entregou. 
Continuou defendendo os pobres contra os ricos. 
O governo revelou uma preferência forte e clara pelos trabalhadores e pelos pobres. 
Nos dois últimos anos da Dilma, a luta de classes voltou com força. 
Não por parte dos trabalhadores, mas por parte da burguesia insatisfeita. 
Quando os liberais e os ricos perderam a eleição não aceitaram isso e, antidemocraticamente, continuaram de armas em punho. 
E de repente, voltávamos ao udenismo e ao golpismo.”
Nada diferente do que pensa o empresário também tucano Ricardo Semler, que ri quando lhe dizem que os escândalos do mensalão e da Petrobras demonstram que jamais se roubou tanto no país. 
“Santa hipocrisia”, disse ele. “Já se roubou muito mais, apenas não era publicado, não ia parar nas redes sociais”.
Sejamos francos: tão legítimo como protestar contra o governo é a falta de senso do ridículo de quem bate panelas de barriga cheia, mesmo sob o risco de riscar as de teflon, como bem observou o jornalista Leonardo Sakamoto.
Ou a falta de educação, ao chamar uma mulher de “vaca” em quaisquer dias do ano ou no Dia Internacional da Mulher, repetindo a cafajestagem do jogo de abertura da Copa do Mundo.
Aliás, como bem lembrou o artista plástico Fábio Tremonte: “Nem todo mundo que mora em bairro rico participou do panelaço. Muitos não sabiam onde ficava a cozinha”.
Já na zona leste, em São Paulo, não houve panelaço, nem se ouviu o pronunciamento da presidenta, porque faltava luz na região, como tem faltado água, graças aos bom serviços da Eletropaulo e da Sabesp.
Dilma Rousseff, gostemos ou não, foi democraticamente eleita em outubro passado.
Que as vozes de Bresser Pereira e Semler prevaleçam sobre as dos Bolsonaros é o mínimo que se pode esperar de quem queira, verdadeiramente, um país mais justo e fraterno.
E sem corrupção, é claro!
fonte: uol.com.br


domingo, 8 de março de 2015

REPÚDIO A CHARGE DO JORNAL O GLOBO NO DIA 08 DE MARÇO DE 2015

O Jornal O Globo passou dos limites na data de hoje (08/03/2015).

Uma coisa é a crítica política, outra é incitação da violência.

Principalmente com uma mulher no Dia Internacional da Mulher.

A Charge principal do jornal dos irmãos José Roberto, Roberto Irineu e João Roberto Marinho mostra a presidente Dilma Rousseff prestes a ser degolada pelo Estados Islâmico; feita pelo cartunista Chico Caruso, a 'arte' não parece contextualizada com nenhum fato atual e nem indica quem seria o terrorista que empunha a lâmina; em meio ao clima de radicalização política no País, estimulado por setores da imprensa, fica no ar a dúvida: trata-se de um desejo secreto da família midiática mais rica e poderosa do mundo?

REPÚDIO ESSA CHARGE !!!

sexta-feira, 6 de março de 2015

quinta-feira, 5 de março de 2015

NOTA DE FALECIMENTO !


É com muito pesar que comunico o falecimento do 

Engº Humberto Quintanilha,

 ex-presidente da ASAERLA (Associação dos Arquitetos e Engenheiros da Região dos Lagos).

O velório ocorrerá no dia de hoje, a partir das 18:00hs, na sede do Rotary Club, Bairro Braga, em Cabo Frio.

O Sepultamento será realizado amanhã, 06/03/2015, às 10:00 hs, no Cemitério São João Batista, na cidade do Rio de Janeiro.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Aula Inaugural do Mestrado Engenharia Urbana - 04/03/2015

Aberta ao público em geral para participação !!!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Recomeçar


Às vezes, nos indagamos: por que recomeçar? E o que é recomeçar? Quantos de nossos dias são vividos com a esperança de que o amanhã será melhor? A vida, na sua rotina dia, noite, dia, é um eterno reinício, um eterno recomeçar.
A cada instante há um recomeço na vida, um recomeço da confiança, de fé, em dias de alegria e realização. Na repetição de dias e noites, pode-se encontrar a significância do recomeço. Se erramos hoje, por que não buscar o acerto no amanhã? Se ofendemos ontem, por que não pedir desculpas hoje?
Quase sempre, na corrida vida de todos nós, o tempo para reflexão tem sido adiado. Buscamos realizar tarefas e mais tarefas, sem uma estação ocasional para meditar sobre o reinício, sobre um reinício.
O reinício diário, um recomeço diário. O começo do recomeço na manhã. O recomeço da vida, no clarear do dia, o recomeço da vida no Sol que se põe. A simplicidade do existir… nela está a razão para recomeçar. Esquecer o que se passou há anos, há meses, há dias, há horas, há instantes. Por que e para que lembrar, relembrar o que perturbou a paz, o que infamou a alegria?
Os que de nós não enxergam, na rotina da vida, um recomeço, não veem as auroras que brilham e brilharão. Para eles, a vida não é mais que uma contagem de calendário – dias, meses, anos. Para eles, o pôr-do-sol não revela o principiar da noite que, bela, lenta e calma, oferece o charme das estrelas, a cumplicidade da lua com o encanto do céu, seduz o sono, reconstrói a esperança, suaviza a dor.
A vida não é um acaso. O reinício não é uma circunstância. Felicidade não é um estado de espírito. Crer não é casual. Viver é recomeçar … todos os dias, pelo alvorecer da nossa compreensão, pela confiança do nosso entardecer, pela infância da brandura que todo ser humano deve ter no coração.
Recomeçar é acreditar que a vida se renova … nos nossos pensamentos e, sobretudo, nas nossas atitudes, no fazer e refazer de nossa conduta. É preciso agir, pois, não se pode, de si para si, pensar que a oportunidade de recomeçar é inexaurível, pois, a cada dia, vidas se iniciam e se findam.

Um dia … um certo dia, talvez já não se possa, nesta vida, recomeçar. Não deixemos que o tempo passe e, com ele, a ocasião de recomeçar… um dia que podemos encher de felicidade. Recomeçar… de um ponto… de um lugar. Recomeçar com um gesto, com uma palavra, com um abraço… O sucesso nessa empreitada depende de nós.
Autor Desconhecido.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Aerogeradores que irão entrar em funcionamento até o fim desse ano tem o aço como peça fundamental

ENERGIA LIMPA PARA 12 MILHÕES DE PESSOAS.

Thinkstock Photos
A energia eólica, considerada limpa e renovável, surge a partir da transformação da energia do vento em energia útil.
No final de 2014, o Brasil contará com um parque de aerogeradores conectados ao sistema elétrico do país capaz de gerar, com a força dos ventos, 5 gigawatts (GW). É energia limpa suficiente para suprir a demanda de 12 milhões de pessoas, uma população equivalente a da cidade de São Paulo.
A Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) prevê que em 2020 a capacidade alcançará 20 GW. Ainda será pouco diante do imenso potencial eólico brasileiro, que supera 300 GW. Para efeito de comparação, hoje a geração elétrica no Brasil, somando todas as fontes disponíveis, não chega a 130 GW.

Segundo a Abeeólica, o país já conta com fábricas capazes de fornecer todos os componentes de um aerogerador. E o aço tem papel importante nessa indústria, sendo componente de várias peças utilizadas. Mas é nas torres que sustentam as turbinas onde a presença do aço é mais intensa. Apenas a ArcelorMittal Aços Longos, líder nesse segmento de mercado, prevê fornecer 10 mil toneladas de aço para torres no biênio 2014-2015.

Existem dois tipos de torres eólicas, as de aço e as de concreto. As torres metálicas são utilizadas em projetos onde os aerogeradores são instalados a uma altura entre 60 e 100 metros do solo. As torres de concreto são de todos os tamanhos, mas é mais usual seu emprego em instalações de 80 a 120 metros. Cada torre de concreto utiliza 82 toneladas de aço em sua estrutura. O metal, portanto, precisa apresentar uma ótima soldabilidade para facilitar e agilizar o processo de construção.
A ArcelorMittal Aços Longos e a CTZ Eolic Tower fecharam uma parceria em 2013 para fornecer torres eólicas de concreto em um formato inovador no Brasil, com a produção ocorrendo diretamente no parque eólico, evitando o transporte dessas gigantes peças.
Na Europa, a ArcelorMittal também é uma das pioneiras no desenvolvimento de uma nova tecnologia de turbinas eólicas. Em parceria com a Renewables Letzebuerg lançou a turbina eólica de eixo vertical Estreya L2. Por não utilizar pás gigantescas, como as tradicionais de eixo horizontal, e gerar níveis de ruído reduzido, essa nova geração de turbinas pode ser instalada em centros urbanos, inclusive no topo de edifícios. É uma nova tecnologia que pode ampliar o potencial eólico do mundo.
Fonte: ig

CAT de São Pedro da Aldeia já encaminhou - com contratação - mais de 2000 pessoas




O Balcão de Empregos já existia na administração anterior. A equipe da SAGAT (Secretaria de Agricultura,Abastecimento, Trabalho e Renda) recebeu 37 currículos e um cadastro - feito manualmente - de cerca de 50 empresas, mas nenhum registro de quantos contatos foram realizados, nem quantos resultaram na contratação, relativo ao período anterior a 2013.



Desde janeiro de 2013 iniciou-se um trabalho de cadastramento e de encaminhamento ao mercado de trabalho, em duas frentes principais: o Balcão de Empregos e o Programa Jovem Aprendiz. O Balcão atende prioritariamente a quem já atuava no mercado de trabalho e está necessitando relocação. O Jovem Aprendiz atende a jovens que, a partir de 14 anos, buscam seu primeiro emprego. Esse cadastro pretende atender aos programas Jovem Aprendiz, Primeiro Emprego e outros com finalidades semelhantes.

  
Para atender melhor à população, foi inaugurado o Centro de Atendimento ao Trabalhador, que fica próximo à Rodoviária. Nesse local passou a funcionar, também por ação da Prefeitura, a Delegacia Regional do Ministério do Trabalho e Emprego, facilitando a vida de trabalhadores e empregadores - que não precisam mais se deslocar para Cabo Frio para resolver questões trabalhistas.





METAS ESTABELECIDAS E CUMPRIDAS 



Estabeleceram-se como METAS o cadastramento de 10.000 pessoas no serviço de encaminhamento ao mercado de trabalho (Banco de Oportunidades) e, destes, o encaminhamento de 2000 pessoas com contratação. O prazo para a execução é dezembro de 2016.



Ainda na metade do prazo,ambas as metas foram superadas. Atualmente, já são 10742inscritos (7715 no Balcão de Empregos e 3027 no Jovem Aprendiz). Destes, já foram encaminhados e admitidos 2008 pessoas (1812 do Balcão de Empregos e 196 do Jovem Aprendiz).



ACOMPANHAMENTO DAS METAS 

  
META 1 -  Cadastrar 8000 registros no Banco de Oportunidades para encaminhamento ao Mercado de Trabalho.




META 2Encaminhar, para admissão, 2000 pessoas cadastradas no Banco de Oportunidades.

Fonte: SAGAT (Secretaria de Agricultura,Abastecimento, Trabalho e Renda) / Prefeitura de São Pedro da Aldeia