segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

RESOLUÇÃO POLÍTICA DO DIRETÓRIO ESTADUAL DO PT-RJ, APROVADA EM 07/12/14

Nosso Presidente Washington Quaquá lendo a Resolução aprovada:
Considerando que a reeleição da presidenta Dilma se deu numa conjuntura marcada por uma radical polarização ideológica e de classes, enfrentando inúmeras tentativas golpistas de setores da mídia e a ampliação da influência conservadora na sociedade;
Considerando que agora se trata de fazer valer a decisão democrática e soberana da maioria do eleitorado brasileiro em torno de um programa de mudanças sociais;
Considerando que a candidatura do senador Lindberg Farias a governador embora não vitoriosa eleitoralmente reabriu para o nosso partido a via da disputa de um projeto de esquerda para o estado;
O Diretório Estadual do PT-RJ decide:
1. Colocar como centro de nossa política estadual, a prioridade nacional do PT de mobilizar a sociedade e unificar as forças democráticas e de esquerda para lutar pela reforma política com participação popular, pela regulação constitucional da mídia e pela aprovação da política de participação social e pelas demais reformas estruturais. Entendemos que o fortalecimento da governabilidade social vai ajudar a presidenta Dilma a construir uma mais sólida e programática governabilidade institucional. A necessária reaproximação e diálogo com os movimentos sociais é a urgência imposta pela conjuntura nacional ao nosso partido e que devemos saber interpretá-las nas condições particulares de nosso estado.
2. Embora o centro de nossa tática no estado seja o de organizar e mobilizar os movimentos sociais pelas reformas programáticas, no estado o PT continuará tendo como norte de sua estratégia a disputa de um projeto de poder de esquerda para o governo estadual. Em virtude disso não integraremos a base aliada do governo Pezão e atuaremos com independência crítica na Assembleia Legislativa. Nenhum filiado do PT integrará qualquer cargo em qualquer escalão do Governo Pezão. Reconhecemos a importância para o povo fluminense e o desenvolvimento econômico do estado a relação de cooperação mútua entre o governo federal e o governo estadual. Contudo, exerceremos o direito de crítica a tudo àquilo que represente prejuízo aos interesses do povo, do cidadão e do contribuinte.
3. O Diretório Estadual convoca todas as suas instâncias municipais, zonais e setoriais e ainda os núcleos de base e a militância em geral, bem como as bancadas estadual e municipais do partido, para o esforço conjunto de lutar pela Reforma Política, a Regulação da Mídia, a Política de Participação Social e demais reformas estruturais, mobilizando tanto os setores que votaram na presidenta Dilma quanto reconquistando a confiança política daqueles setores populares que equivocadamente votaram no candidato das elites conservadoras. O momento é o de fortalecermos a unidade e combatividade do partido e, de forma independente, reafirmarmos a nossa confiança na presidenta Dilma.
Diretório Estadual do PT do Rio de janeiro

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Dia 27 de novembro, Dia do Engenheiro e Tecnico de Segurança do Trabalho


Há 29 anos, no dia 27 de novembro de 1985, a Lei nº 7.410 era aprovada, regulamentando o exercício das profissões de Engenheiro e Técnico de Segurança do Trabalho. Um marco histórico para os profissionais da área nascia.

O presidente da Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho - Fenatest, Armando Henrique, diz que essa data precisa ser comemorada para que os jovens técnicos saibam das lutas que foram travadas pela categoria antes que essa conquista fosse alcançada. "Eles precisam tomar conhecimento, porque um profissional que não conhece a sua história acaba não sendo incorporado no sentimento de classe", afirma.



Já o engenheiro Francisco Machado, atual presidente da Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho (ANEST), pontua as mudanças que o decreto agregou aos prevencionistas perante a sociedade.

"Agora temos a força da lei, que é a estrada legal para o desempenho de nossa profissão, só depende de nós mesmos. Mesmo quando não há vontade política em SST por parte do Governo, nós podemos pressionar os parlamentos municipais, estaduais e federais, bem como interagir com o Ministério Público e Judiciário, para promover as mudanças necessárias, no executivo", avalia. 

PARABÉNS A TODOS OS TÉCNICOS E ENGENHEIROS DE SEGURANÇA DO TRABALHO !!!

Fonte: Revista Proteção

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

SALVE ZUMBI! A LUTA CONTRA A MORTE E O EXTERMÍNIO DE NEGROS CONTINUA!


No Dia Nacional da Consciência Negra, o Rio não tem muito do que se orgulhar. Pesquisas recentes mostram que o número de negros e pardos assassinados no município foi 2,7 vezes maior que o de brancos.
De acordo com os dados do DataSus pesquisados pelo Laeser UFRJ (Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e das Relações Raciais), dos 1.203 homicídios registrados no último ano, 872 foram cometidos contra negros (72,5%) e 331 contra brancos (27,5%). No Estado a diferença é menor, mas não apaga o absurdo. A cada homem branco assassinado, 2,3 negros ou pardos morreram: foram inacreditáveis 3.073 (69,9%) contra 1.322 (30,1%).
O absurdo ganha ainda mais destaque ao dar enfoque aos 19 municípios da Região Metropolitana: somente em Japeri se matou praticamente oito vezes mais negros do que não negros: 31 homicídios contra quatro. Em algumas cidades a quantidade de pretos e pardos assassinados mais que quadruplica em relação aos brancos. Em São João de Meriti, se assassinou 4,8 vezes mais negros; Seropédica, 4,5 vezes e Caxias, 3,7.
Os dados nacionais também assustam: nada menos do que 38.243 negros foram vítimas de homicídio (72,7%) no Brasil — 2,6 vezes mais que assassinatos de pessoas brancas, que ficaram em 14.348 (27,3%) no mesmo ano.
A memória de Zumbi dos Palmares precisa ser lembrada como alguém que lutou pela liberdade e pela dignidade do povo negro. E o dia de hoje é uma oportunidade para construirmos mecanismos efetivos com esse propósitos.
Precisamos de políticas públicas capazes de impedir esses assassinatos, em especial do povo negro.
Vamos juntos! Sem você não dá.

Contribuição Professor Robson Leite.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Vai ter Eleições para o CREA-RJ na próxima quarta-feira, dia 19 de novembro.

Aguardamos o avanço do quadro de incertezas e já estamos certos de algumas decisões sobre o processo eleitoral do Crea:

1 - Haverá COM CERTEZA eleição nesta quarta-feira, 19 para presidente do Confea e Diretores da Mútua
2 - Poderá haver, por cassação de liminar de adiamento, eleição para Presidente do Crea. Hipótese bem provável.
3 - Reynaldo Barros apoia Alonso para o Confea, Fernando Paes para Diretor da Mútua e Paulo Sad para Diretor Administrativo da Mútua. 

Portanto nossa campanha TEM QUE ESTAR a postos para a eleição nesta quarta-feira, 19. Pedimos a todos que multipliquem essa informação para nossa militância, colaboradores, simpatizantes para que mobilizem todos os colegas possíveis para darmos a demonstração de força de nossas propostas de mudança do Crea-RJ

Estamos na liderança das intenções, em pesquisas medidas pela situação e pela outra candidatura do mesmo grupo oposto ao nosso.

Todo nosso trabalho do último ano resultará na mobilização de cada um. Contamos com TODOS!

Amanhã, terça, ainda faremos comunicados a todos com mais detalhes.

Indiquem os fiscais para as urnas (tem que ser profissionais com nome, celular e CPF ou registro do Crea). Mandaremos formulários por e-mail para que os mesmos apresentem às mesas receptoras

Os locais de votação podem ser vistos por qualquer pessoa no site do crea   www.crea-rj.org.br  informando nome ou CPF. Repito: por qualquer pessoa. A informação está aberta ao público.

Se o local não for em sua cidade ou for longe de seu local de trabalho ou residência sem que tenha feito essa opção, não deixe de votar na chapa de Reynaldo Barros e exija seu direito de votar em separado na urna mais próxima.
Os fiscais receberão instruções mais detalhadas, por isso o celular é importante)

Informações sobre fiscais ligar para Maia  21 98292 2544  TIM  ou comitê  21 3076 7992


​Comitê de Campanha Reynaldo Barros


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Adiada as Eleições do CREA-RJ marcada para dia 19 novembro de 2014.


As eleições para Presidente do CREA-RJ foram adiadas em função do descumprimento, por parte do atual presidente CREA-Rj Agostinho Guerreiro, de uma decisão judicial da 3ª Vara do Distrito Federal que determinava dar ampla publicidade a todos os candidatos a presidente sob multa de R$ 20.000,00 (anexo).

Por isso, uma decisão judicial por liminar adia as eleições para Presidente CREA-RJ, mantendo a eleição para os demais cargos: Presidente CONFEA e Diretores da Mutua.

Veja o documento do Engº Reynaldo Barros, candidato a Presidente CREA-RJ:


"CAMPANHA LIMPA!

Caro(a)s Amigo(a)s

Mais um indicador de que nossa campanha limpa e em alto nível lidera a preferência dos profissionais: adiaram as eleições. Só adia quem se sente em desvantagem. 

Aumentaremos a intensidade de nossa campanha para um novo Crea Rj, na certeza de que representamos a efetiva mudança de conceito do nosso Conselho, pois não fizemos parte em nenhum momento dessa direção que levou-o a sua quase falência institucional total.

Nossa campanha é a que mais cresce e alcança segmentos, antes alheios ao cotidiano de nosso sistema profissional, mas que, cansados de sua inoperância, aderem às nossas propostas inovadoras e reais.

Vamos nos manter em todo o Estado, dialogando com todas as entidades profissionais, com todas as instituições de ensino, de nível superior e nível médio, com todos os segmentos empresariais da engenharia que tantas dificuldades encontram no atendimento cartorial de nosso Conselho.

Vamos em frente, firmes e convencidos de que temos a melhor proposta.

Engº Reynaldo Barros"

 Decisão judicial da 3ª Vara do Distrito Federal que determinava dar ampla publicidade a todos os candidatos a presidente sob multa de R$ 20.000,00 





quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Dia 19 de Novembro - Reynaldo Barros, Presidente CREA-RJ !!!



DESESPERO ASSOMBRA CANDIDATURA ARCILEY PINHEIRO, O CAMPEÃO DE MENTIRAS! 

10ª VARA FEDERAL DO RIO DE JANEIRO RECONHECE DESCUMPRIMENTO DE DECISÃO JUDICIAL, MAS RECOMENDA QUE REYNALDO BARROS RECLAME DESCUMPRIMENTO DO CONFEA EM BRASILIA, O FORO COMPETENTE.  A MATÉRIA É A PLENA PUBLICIDADE DE SUA CANDIDATURA NA REVISTA DO CREA-RJ 

ESSA É A VERDADE. VEJA DECISÃO DA JUSTIÇA FEDERAL DE BRASÍLIA - 3ª VARA DO DF: 

"DETERMINO NOVA INTIMAÇÃO DO RÉU (CONFEA) PARA QUE CUMPRA A REFERIDA DECISÃO (DE GARANTIR A CANDIDATURA REYNALDO BARROS) SOB PENA DE MULTA DIÁRIA DE R $ 5.000,00."
Pedro Felipe de Oliveira Santos - Juiz Federal - 5 de novembro de 2014.
 


PROFISSIONAL, SE A MULTA RECAIR SOBRE O CREA-RJ, INFELIZMENTE O PRESIDENTE FARÁ MAL USO MAIS UMA VEZ DE SUA ANUIDADE. 

COMO ARCILEY NÃO TEM PROPOSTAS PARA O CREA E NÃO TEM O APOIO DA CATEGORIA, SÓ LHE RESTA GOLPE BAIXO. 


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Engº José Luiz Cardoso é a Personalidade da Engenharia Estrutural 2014

O eng. José Luiz Cardoso foi homenageado pela ABECE, na cerimônia de premiação do 12º Prêmio Talento Engenharia Estrutural, com o título de Personalidade da Engenharia Estrutural 2014. O evento, que aconteceu na noite de 30 de outubro de 2014, no Buffet Torres, em São Paulo (SP), contou com a presença de cerca de 350 pessoas, entre profissionais da área e convidados.
Nascido em 22 de julho de 1929, o eng. Cardoso se formou, em 1952, em Engenharia Civil pela Escola Nacional de Engenharia do Rio de Janeiro e fez pós-graduação (1954 - 1955) em Estruturas pela Universidade do Brasil, também no Rio de Janeiro.
Foi professor das cadeiras de Topografia na Escola Politécnica da Pontifícia Universidade Católica (1953 a 1955), de Resistência dos Materiais na Escola de Engenharia da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1956 a 1957), de Estática das Construções na Escola Politécnica da Pontifícia Universidade Católica (1957 a 1958), de Hiperestática de Pontes na Escola de Engenharia da Universidade Federal Fluminense (1957 a 1968), de Cálculo Diferencial, Integral e Vetorial na Escola de Engenharia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1961 a 1963), de Pontes na Escola de Engenharia do Estado do Rio de Janeiro (1964 a 1980), de Resistência dos Materiais na Escola de Engenharia do Estado do Rio de Janeiro (1981 a 1984), de Estruturas de Concreto Protendido - Curso de Extensão universitária da Associação dos Antigos Alunos da Escola Politécnica (1964), de Concreto Protendido do Instituto Militar de Engenharia (1972), de Pós-graduação da COPPE sobre modelos estruturais constituídos de bielas e tirantes em estrutura de concreto armado e protendido (1991), além de ter sido coordenador e professor do Curso de Pós-graduação de métodos modernos na engenharia estrutural e teoria de concreto armado e protendido da UERJ (1977 a 1983).
Atuou como diretor técnico da Sotege Engenharia SA - Sociedade de Terraplanagem e Grandes Estruturas e da Jatocret Engenharia e é diretor da J L C Engenharia de Projetos e Consultoria.
Participou de projetos importantes no Rio de Janeiro, como dos viadutos rodoviários na Av. das Bandeiras, em Deodoro, na Serra das Araras, sobre a Rua das Laranjeiras e da passarela do aterro do Flamengo, entre outros; da Ponte Internacional sobre o Rio Quarai –Brasil – Uruguai –BR 377, Ponte – Travessa sobre o Rio Uruguai, divisa RS/SC na Rodovia BR 153; Ponte sobre o Rio Santa Maria – BR 290; Ponte sobre o Canal de São Gonçalo- BR 392-471-RS; Ponte sobre o Rio Parnaíba – Divisa entre Estados do Piauí – Maranhão – BR 136; Ponte sobre o Canal da Lagoa da Barra da Tijuca – BR 101 – RJ, entre inúmeros outros.
Recebeu diversas homenagens em sua carreira, entre elas o Prêmio Talento Engenharia Estrutural 2012, com o projeto da Ponte sobre o Rio Doce (Colatina - ES), e o título de Associado Honorário ABECE 2004.
O título de Personalidade da Engenharia Estrutural é uma homenagem conferida anualmente pela ABECE a grandes profissionais da área em reconhecimento à sua dedicação ao exercício da profissão e pela sua contribuição ao engrandecimento da engenharia estrutural brasileira.

Fonte: ABECE - Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Deputados têm medo de participação social por se acharem donos do poder.

Você empresta a sua caneta para outra pessoa sob a condição de que ela seja usada em seu nome. Mas, em determinado momento, a pede de volta porque descobre que pode escrever você mesmo pelo menos parte de sua própria história. Nessa hora, a pessoa fica indignada, irritada, raivosa. Não devolve e, pior: diz que a caneta agora é dela.
Em resumo, é isso o que a Câmara dos Deputados fez, nesta terça (28), ao sustar os efeitos do decreto presidencial que cria Polícia Nacional de Participação Social – que tem por objetivo desenvolver mecanismos para acompanhar, monitorar, avaliar e articular políticas públicas. E fez com o sangue nos olhos do presidente da casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB), que culpa o PT pela derrota que sofreu para o governo do Rio Grande do Norte.
Dessa forma, os nobres parlamentares passam por cima do artigo 1o, parágrafo único, da Constituição Federal: “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente''.
Desde que o decreto foi criado, apareceu uma miríade de declarações de deputados e senadores, dando voltas e voltas para construir justificativas estranhas, dizendo que garantir instrumentos de participação social é assassinar a nossa democracia (he), transformar o Brasil em uma ditadura bolivarianista venezuelana (hehehe) e instalar o regime cubano por aqui (kkkkkkkk).
Minha crítica ao decreto é exatamente o oposto: ele é tímido demais. Na prática, regulamenta os conselhos e comissões que não possuem regulamentação e abre a possibilidade (não obriga) a criação de outros. E vem tarde: afinal tudo o que ele organiza já está previsto na Constituição Federal (aquele documento de 1988 que ninguém gosta de levar muito a sério) e não avança tanto quanto seria necessário, nem responde a demandas das manifestações de junho do ano passado. É, portanto, um primeiro passo.
O decreto 8243/2014 não troca a democracia representativa pela direta em nosso país. Até porque não somos uma sociedade suficientemente desenvolvida, com acesso pleno à informação e consciência de seus direitos e deveres para aposentar nossos representantes. Isso é um sonho ainda distante.
Este decreto não cria instâncias, órgãos e cargos automaticamente, não diminui atribuições do Congresso Nacional ou interfere em outro poderes e não centraliza o controle da sociedade civil em ONGs que querem fazer a revolução.
O mais engraçado é que boa parte dos parlamentares age como comentarista de internet: não entendeu nada de um texto e repete frases feitas contra ou a favor do decreto. O que mostra, novamente, que o Congresso é espelho da sociedade brasileira.
Levando a sério alguns discursos que estão circulando nos plenários da Câmara e na imprensa, não poderíamos ter orçamento participativo, conselhos ligados à defesa dos direitos humanos (responsáveis por monitorar políticas como a de combate ao trabalho infantil), muito menos conselhos ligados à educação e saúde – bandeiras importantes de parlamentares marinistas, aecistas, dilmistas, lucianistas e eduardojorgistas, entre outros, durante a redemocratização.
Conselhos são um espaço em que governo e a sociedade discutem políticas públicas e sua implantação, e estão presentes desde o âmbito local – na escola, no posto de saúde – até o federal, onde reúnem representantes de entidades empresariais, organizações da sociedade e governo. Alguns são obrigatórios, exigidos por leis federais, mas cada município e estado pode criar os que julgar necessários.
Quem escolhe? Há diversas formas. O ideal é que seja por eleição, como ocorreu em São Paulo recentemente com as subprefeituras e áreas temáticas.
É óbvio que, para essas arenas de participação popular serem efetivas, precisam deter algum poder e não serem apenas locais de discussão e aconselhamento. E isso gera conflito entre novas instâncias de representação e as convencionais.
Afinal, senadores, deputados, vereadores, membros das esferas federal estadual e municipal e quem sistematicamente ganha com a proximidade a eles, enfim, o grupo de poder estabelecido, tende a não gostar da ideia de ver outros atores ganharem influência, outros que não fazem parte do joguinho. Há gente que teme, com o monitoramento por parte do povo, ficar sem o instrumento clientelista de poder asfaltar uma determinada rua e não outra, empregar conhecidos e correligionários.
Durante décadas, brigamos para a implantação de instâncias de participação popular. E, agora, que elas começam a ser discutidos em determinados espaços, ainda que de forma tímida e por conta de intensa pressão social, as propostas correm o risco de serem congeladas se o Senado confirmar a decisão da Câmara.
E olha que nem estamos discutindo o vespeiro real. Pois, mesmo que tudo isso aproxime as pessoas da gestão de suas comunidades, os conselhos ainda são espaços de representatividade e não de participação direta.
Com o desenvolvimento de plataformas de construção e reconstrução da realidade na internet, as possibilidades de interação popular deram um salto.
Se tomarmos, por exemplo, as experiências de “democracia líquida'' envolvendo os Partidos Piratas na Europa – com seus sistemas que utilizam representantes eleitos pelo voto direto, mas também ferramentas possibilitando ao eleitor desse representante  ajudá-lo a construir propostas e posicionamentos de votação a partir do sofá de sua sala – percebemos que há um longo caminho a percorrer. Podemos chegar a um momento em que a representação política convencional se esvazie de sentido. Não é agora, nem com esse decreto. Mas, quem sabe, com um sociedade mais consciente.
Como já disse neste espaço, muitos desses jovens que foram às ruas em junho do ano passado, reivindicando participar ativamente da política não estavam pedindo a mudança do sistema proporcional para o distrital puro ou misto, como o governo federal e o parlamento pensam. Queriam mais formas de interferir diretamente nos rumos da ação política de sua cidade, estado ou país. Mas não da mesma forma que as gerações de seus pais e avós. Porque, naquela época, ninguém em sã consciência poderia supor que criaríamos outra camada de relacionamento social, que ignorasse distância e catalisasse processos. Pois, quando a pessoa está atuando através da internet, não reporta simplesmente. Inventa, articula, muda. Vive.
Ou seja, plebiscitos, referendos, projetos de iniciativas populares, conselhos com representantes por tema ou distrito são os primeiros passos, não os últimos. Com a próxima geração, a política será radicalmente transformada pela mudança tecnológica. Participar do rumo das coisas a cada quatro anos não será mais suficiente. Pois, em verdade, nunca foi. Iremos participar em tempo real.
Por fim, aos líderes políticos, econômicos e sociais que acham que todo poder emana deles próprios, um lembrete: talvez não seja hoje, mas a gente vai querer as nossas canetas de volta.
por Leandro Sakamoto

Empresa de coleta de lixo deve adequar meio ambiente de trabalho

 Fonte: MPT
Criciúma/SC - A empresa JC Lopes Ltda, responsável pela coleta de lixo em Criciúma (SC), terá que garantir melhores condições de trabalho aos empregados. A medida é resultado de liminar concedida ao Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina (MPT-SC) pela 1ª Vara do Trabalho do município.

Segundo a procuradora Thaís Fidelis Alves Bruch, responsável pela ação, a empresa terá que se abster de transportar os trabalhadores do lado externo dos caminhões de coleta, devendo os coletores serem transportados dentro da cabine, mediante uso do cinto de segurança e dentro do limite de passageiros de cada veículo. A JC também pode optar por transporte regular de passageiros (ônibus ou micro-ônibus da sede da empresa até o local de início do trajeto de coletas).

A decisão determina, ainda, o respeito à duração da carga horária de trabalho dentro dos parâmetros constitucionais - de 44 horas semanais e oito horas diárias, remunerando as horas extras com o adicional legal ou normativo, subordinando-se a prestação de horas extras - quanto aos trabalhadores expostos a condições insalubres e independentemente da sua elisão por intermédio de fornecimento de EPI - à existência de autorização do Ministério do Trabalho, facultada a compensação de horário e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Trabalho digno - A Justiça acolheu também os pedidos do MPT referentes ao fornecimento água potável aos coletores em recipientes portáteis hermeticamente fechados, devidamente higienizados e à higienização dos veículos coletores nos locais de descarga dos resíduos, após completo cada roteiro de coleta. O descumprimento das medidas estabelecidas acarretará em multa de R$ 20.000,00 por infração.

Além das medidas imediatas, a empresa foi condenada a elaborar estudo para implantação de diversas medidas, dentre elas, a reorganização dos métodos de trabalho, propondo meio que garanta a fruição do intervalo integral de uma hora para a refeição, desde que mantidas as jornadas de trabalho excedentes de 6 horas por empregado, inclusive apontando método de controle viável haja vista a natureza externa da atividade e para propor meios de disponibilização de sanitários e refeitórios.

Pelo descumprimento da obrigação referente aos estudos no prazo de 60 a 90 dias e pelo descumprimento do cronograma de implementação das melhorias apontadas no laudo foi arbitrada a multa de R$5 mil por dia de atraso.

ACP Nº 0002734-66.2014.5.12.0003

COMENTÁRIOS:
A população não imagina os riscos que os trabalhadores da coleta de risco correm nas cidades desse país. Aqui na Região dos Lagos algumas cidades tem empresas públicas e/ou autarquias e outras são as secretarias de serviços públicos que cuidam da coleta de lixo, mas o que vemos são negligência com a qualidade e segurança dos trabalhadores dessa área. 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Mais amor e Menos Ódio !!!

Amigos e Amigas, a eleição acabou e queria pedir a todos abaixemos a guarda e vamos unir em prol de um Brasil melhor.

Venceu a maioria do povo brasileiro e em uma democracia respeitar a decisão da maioria é fundamental para o bom convívio da sociedade.

No entanto, isso não quer dizer que deixaremos de fiscalizar e lutar para que o Brasil seja mais justos e igual para todos.


Muitos dos nossos questionamentos não dependem em si do Governo Federal, mas do governo municipal. Vamos fazer um exame de consciência, pense e reflita se você participa de alguma maneira na política da sua cidade.

Pergunto:


  • Você participa de alguma associação, entidade de classe, conselho popular, sindicato, pastoral, grupos de orações ou de algum modo você ajuda seu próximo?
  • Você fiscaliza e/ou reivindica melhorias nas políticas públicas de sua cidade?
A democracia se faz no dia a dia, não apenas na hora de votar.

Use essa energia acumulada ao longo da campanha eleitoral de 2014 para lutar e reivindicar mais pelos direitos nas suas cidades.

Mais Amor e Menos Ódio !!!

Venceu o Povo Brasileiro !!!

O povo brasileiro venceu as eleições presidenciais, a vitória de Dilma mesmo que apertada mostra que o povo quer a continuidade com as políticas do governo. No entanto, o povo também quer mudança.

Dilma venceu no RJ e MG, em todo nordeste e na maioria do norte, mas teve votação no sul/sudeste e centro-oeste. É a vitória do povo brasileiro.

Desafios são grandes !!!

Parabéns ao Povo Brasileiro !!!

Discurso da Presidenta na íntegra, abraços no eterno presidente Lula e fotos da vitória:
"Boa noite. Eu queria cumprimentar a todos aqui, agradecer a cada um de vocês e a cada uma de vocês. Começo saudando o presidente Lula. Dirijo meu agradecimento, a minha saudação ao vice-presidente Michel Temer. Queria cumprimentar também a vice-primeira dama, a nossa querida Marcela, cumprimentar os presidentes dos partidos da minha coligação, Rui Falcão, presidente do PT; Carlos Lupi, presidente do PDT; José Renato Rabelo, presidente do PCdoB; Ciro Nogueira, presidente do PP; Vitor Paulo, presidente, aliás, do PRB; Antonio Carlos Rodrigues, presidente do PR; Gilberto Kassab, presidente do PSD; Eurípedes Jr, presidente do PROS; cumprimento aqui os ministros de estado, governadores, deputados, senadores, deputados que me honram com sua presença.
Senhoras e senhores, jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas. Senhoras e senhores, meus amigos e minhas amigas. Chegamos, chegamos, um pouquinho de silêncio, porque minha voz se foi. Então, estou aqui usando um restinho de voz, peço que vocês me deem uma força pra vocês. Meus queridos, minhas amigas e meus amigos. Meus amigos e minhas amigas.
Chegamos ao final de uma disputa eleitoral que mobilizou intensamente todas as forças do nosso país, da Nação. Como vencedora dessas eleições históricas tenho simultaneamente palavras de agradecimento e de conclamação Agradeço ao meu companheiro de chapa, ao meu parceiro de todas as horas, meu vice Michel Temer. Agradeço aos partidos políticos e sua militância que sustentaram a nossa aliança e foram decisivos para nossa vitória.
Agradeço a cada um e a cada uma dos integrantes dessa militância combativa, que foi a alma, a que foi a força dessa vitória e agradeço sem exceção a todos os brasileiros e brasileiras. Eu faço um agradecimento do fundo do meu coração a um militante, ao militante número um das causas do povo e do Brasil, o presidente Lula.
Conclamo, sem exceção, a todas as brasileiras e todos os brasileiros para nos unirmos em favor do futuro da nossa pátria, do nosso país e de nosso povo.
Não acredito, sinceramente, que essas eleições tenham dividido o país ao meio. Entendo, sim, que elas mobilizaram ideias e emoções às vezes contraditórias, mas unidas por sentimentos comuns: a busca por um futuro melhor para o país.
Em lugar de ampliar divergências, de criar um fosso, tenho forte esperança que a energia mobilizadora tenha preparado um bom terreno para a construção e pontes. O calor liberar no fragor da disputa pode e deve agora ser transformado em energia construtiva de um novo momento no Brasil
Com a força desse sentimento mobilizador, é possível encontrar pontos em comum e construir com eles uma primeira base de entendimento para fazermos o país avançar. Algumas vezes na história, os resultados apertados produziram mudanças mais fortes e rápidas do que as vitórias amplas. É essa a minha esperança. Ou melhor, a minha certeza do que vai ocorrer a partir de agora no Brasil.
Minhas primeiras palavras são de chamamento da base e da união. Nas democracias maduras, união não significa ação monolítica. Pressupõe abertura e disposição para o diálogo.
Essa presidente está disposta ao diálogo, e esse é meu primeiro compromisso no segundo mandato: o diálogo.
Toda eleição tem que ser vista como forma pacífica e segura. Toda eleição é uma forma de mudança. Principalmente para nós que vivemos em uma das maiores democracias do mundo.
Quando uma reeleição se consuma, ela tem que ser entendida como um voto de esperança dada pelo povo na melhoria do governo.
Voto de esperança é o que é uma reeleição. Muito especialmente na melhoria dos atos do que até então vinham governando. Sei que é isso o que o povo diz quando reelege um governante. Quero ser uma presidenta muito melhor do que fui até agora.
Quero ser uma pessoa muito melhor. Esse sentimento de superação não deve apenas impulsionar o governo e a minha pessoa, mas toda a nação.
Algumas palavras e temas dominaram essa campanha. A palavra mais repetida, mais dita, mais falada, mais dominante foi mudança. O tema mais amplamente evocado foi reforma.
Sei que estou sendo reconduzida à Presidência para fazer as grandes mudanças que a sociedade existe.
Aquilo que meu esforço e meu papel alcança pode ter certeza que estou pronta a responder essa convocação. Direi sim a esse sentimento que vem do mais profundo da alma brasileira. Sei das forças e das limitações que tem qualquer presidente. Sei também do poder que cada presidente tem de liderar as grandes causas populares, e eu o farei.
A minha disposição mais profunda é liderar da forma mais pacífica e democrática este momento transformador. Estou disposta a abrir grande espaço de diálogo com todos os setores da sociedade para encontrar as soluções mais rápidas para os nossos problemas.
Meus amigos e minhas amigas, entre as reformas, a primeira e mais importante deve ser a reforma política.
Meu compromisso, como ficou claro durante toda a campanha, é deflagrar essa reforma. Que deve ser realizada por meio de uma consulta popular. Como instrumento dessa consulta, o plebiscito, nós vamos encontrar a força e a legitimidade exigida neste momento de transformação para levarmos à frente a reforma política.
Quero discutir profundamente esse tema com todo o Congresso e toda a sociedade brasileira. Tenho a convicção de que haverá interesses dos setores do Congresso, da sociedade para abrir uma discussão e encaminhar medidas concretas. Quero discutir com todos os movimentos sociais e da sociedade civil.
Conduzir a reforma política não significa que eu não saiba da importância das demais reformas, que também temos a obrigação de promover.
Terei um compromisso rigoroso com o combate à corrupção e com a proposição de mudanças na legislação atual para acabar com a impunidade, que é protetora da corrupção. Ao longo da campanha, anunciei medidas que serão importantes para a sociedade e para o país enfrentarem a corrupção e acabar com a impunidade.
Promoverei ações locais, em especial na economia, para retomar o nosso ritmo de crescimento e para continuar com a garantia de níveis altos de emprego e assegurar os salários. Vamos dar mais impulsos à atividade econômica, em especial o setor industrial.
Quero a parceria de todos os segmentos, os setores, as áreas produtivos e financeiros nessa tarefa, que é responsabilidade de cada um de nós. Seguirei combatendo com rigor a inflação e avançando no terreno da responsabilidade fiscal. Vou estimular o mais rápido possível o diálogo e a parceria com todas as forças produtivas do país. Antes mesmo do início do meu próximo governo, prosseguirei nessa tarefa.
É hora de cada um de nós acreditar no Brasil. Ampliar nosso sentimento de fé em quem nós temos o privilégio de fazer uma sociedade mais próspera e mais justa.
O Brasil, esse nosso querido país, saiu maior nesta disputa. Eu sei da responsabilidade que pesa sobre meus ombros. Vamos continuar a construir um país mais moderno, mais produtivo, um país da solidariedade e das oportunidades.
O Brasil que valoriza o trabalho e a energia empreendedora. O Brasil que cuida das pessoas com olhar especial para as mulheres, os negros e os jovens.
O Brasil que cada vez é mais voltado para a educação, para a cultura, para a ciência e para a inovação. Vamos nos dar as mãos e avançar nesta caminhada que vai nos ajudar a construir o presente e o futuro.
O carinho, o afeto, o amor e o apoio que recebi nesta campanha me dão energia para seguir em frente com muito mais dedicação.
Hoje estou muito mais forte, mais serena e mais madura para a tarefa que vocês me delegaram.
Brasil, mais uma vez, esta filha tua não fugirá da luta. Viva o Brasil. Viva o povo brasileiro.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Falta d'água em São Paulo, o calcanhar de aquiles dos tucanos.

Na reta de chegada destas eleições a presidenta Dilma incluiu em horário eleitoral na TV críticas ao jeito tucano de governar, que agravou a situação de falta d'água em São Paulo. 


Os tucanos fizeram uma gestão na Sabesp (empresa de águas controlada pelo governo paulista) cortando investimentos, sabidamente necessários há 10 anos, e dando privilégios ao mercado financeiro, distribuindo lucros acima do limite da ganância. O mesmo modelo de governo de privilégios pró-mercado que Aécio propõe.

Aécio resolveu atacar Dilma com argumentos que nem os jornalões demotucanos endossam. Quis jogar a culpa no governo federal.

Só conseguiu irritar o cidadão paulista que paga sua conta de água todo mês, inclusive paga um consumo mínimo (mesmo quando viaja de férias e gasta zero de água, paga como se tivesse consumido um mínimo).

Esse cidadão esperava que a Sabesp fizesse bom uso da tarifa e garantisse o abastecimento, planejando a expansão do sistema, investindo na modernização da rede para não perder entre 30 e 40% com os vazamentos em tubulações antigas que precisavam ser trocadas. Nada disso foi feito como precisava, e os tucanos preferiram distribuir o dinheiro aos acionistas na forma de dividendos acima do necessário.

O cidadão paulista, viu nas declarações de Aécio, tratar o problema com galhofa, com malandragem, com mentira, com falta de vergonha na cara para assumir responsabilidade.

Afinal, errar não é bom, mas admitir erro pelo menos é uma virtude. Agora saber que errou, não admitir erro, e ainda querer transferir erros para quem não tem nada a ver com isso, aí já é enganação.


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Privatizações: a Distopia do Capital - Aos mais jovens para conhecer um pouco da história recente do Brasil.

O novo filme de Silvio Tendler ilumina e esclarece a lógica da política em tempos marcados pelo crescente desmonte do Estado brasileiro. A visão do Estado mínimo; a venda de ativos públicos ao setor privado; o ônus decorrente das políticas de desestatização traduzidos em fatos e imagens que emocionam e se constituem em uma verdadeira aula sobre a história recente do Brasil. Assim é Privatizações: a Distopia do Capital.


Aos mais jovens para conhecer um pouco da história recente do Brasil.

#Dilma enumera escândalos do PSDB, Aécio evita tema

Novamente tentando buscar coerência do candidato à presidência da República, Aécio
Neves (PSDB), a presidente Dilma Rousseff (PT) voltou a enumerar os escândalos dos
governos do PSDB. Provocada pelo tucano acerca das denúncias da Petrobras, a petista 
voltou a dizer que tucanos envolvidos em esquemas de corrupção seguem soltos.
Dilma perguntou se Aécio confia nas pessoas do PSDB que também foram acusadas pelo
ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. O delator disse que pagou propina ao
 ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, morto neste ano, para esvaziar CPI da Petrobras.
Em seguida, Dilma citou a delação do caso do cartel do Metrô e dos trens de São Paulo, Pasta Rosa e Sivam.
“O senhor confia em todos aqueles que, segundo as mesmas fontes (Costa) que acusam o
(João) Vaccari (Neto), dizem que o (ex-)presidente do seu partido (Guerra), que
infelizmente está morto, recebeu propina? Na última vez que denunciaram pessoas do seu
 partido sobre o cartel do Metrô, os senhor disse não acreditar em delatores. Eu faço
diferente. Eu preciso saber quem foi e quanto recebeu. A parte que o senhor deveria me 
cumprimentar é aquela em que disse que vou investigar. Eu quero saber, candidato,
onde estão os corruptos da Pasta Rosa, da compra de votos para a reeleição, da Sivam,
 dos trens e do Metrô. Eu sou a favor da punição, doa a quem doer”, discorreu.
Dilma continuou o assunto na pergunta seguinte sobre os escândalos do PSDB. Ela cita
 novamente os casos e pergunta se houve prevaricação no governo tucano, ou se
 Aécio confia nos suspeitos.  “Se você jamais investiou Pasta Rosa, jamais investigou
 compra de votos na reeleição (de Fernando Henrique Cardoso [PSDB]), (o caso) Sivam.
 O senhor acredita que esta não investigação é porque houve prevaricação ou não se
 investigou porque os envolvidos estão ligados ao PSDB? O que o senhor acha disso?”,
 pressionou a petista.

sábado, 18 de outubro de 2014

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

CABO FRIO/RJ COM DILMA 13 - 16/10/2014


Aécio mentiu no debate da Band do dia 14/10 e até o Globo desmete o tucano


Primeiro; Até a Folha de São Paulo que está em campanha aberta para eleger Aécio Neves, admite que o tucano vai acabar com o Mais Médico. Veja o que diz a nota:

MAIS MÉDICOS

É bem assim....

Dilma diz que a proposta de Aécio para o Mais Médicos vai inviabilizar o programa. De fato, Aécio fala em aperfeiçoar o programa ajudando os médicos cubanos (maioria entre os profissionais) a serem aprovados no Revalida –prova federal de validação do diploma médico– e igualando os salários dos cubanos aos demais médicos. Isso jogaria por terra a base do Mais Médicos, que é forçar a fixação do médico em determinadas cidades vinculando o registro concedido pelo Ministério da Saúde

Do Globo

 No debate realizado nesta terça-feira, 14 de outubro, pela Band, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse que:

"Todas as eleições que eu disputei em Minas Gerais, eu venci".

MENTIRA

O candidato do PSDB perdeu a eleição para a prefeitura de Belo Horizonte (MG) em 1992, em disputa com o petista Patrus Ananias. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do candidato.



No debate realizado nesta terça-feira, 14 de outubro, pela Band, a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, falou sobre a construção de um aeroporto em terras de parentes de seu adversário, Aécio Neves (PSDB), no município de Cláudio (MG) e afirmou que:

"O MPF não aceitou a ação criminal, mas mandou investigar quanto à improbidade administrativa"



AÉCIO MENTIU...DILMA FALOU A VERDADE

A decisão do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sobre o assunto foi de determinar que a Procuradoria de Minas Gerais investigue se houve crime de improbidade na construção do aeroporto.
Aécio e ranking da educação

No debate realizado nesta terça-feira, 14 de outubro, pela Band, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, falou sobre educação e afirmou que:

"Em todos os rankings, o Brasil está na lanterna"


AÉCIO MENTIU

Segundo "Programa Internacional de Avaliação de Estudantes-PISA", que é da OCDE e é um dos principais indicadores educacionais, o Brasil não está na lanterna em seus três ranking sobre desempenho em Matemática (58º), Leitura (55º) e Ciências (59º). O ranking possui 65 países.
Dilma e homicídios em MG

No debate realizado nesta terça-feira, 14 de outubro, pela Band, a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, criticou seu adversário, Aécio Neves (PSDB), e disse que houve:

"52% do aumento de homicídios em Minas Gerais, está no Mapa da Violência de 2014"

DILMA FALOU A VERDADE. AÉCIO MENTIU

Segundo o Mapa da Violência, Minas Gerais teve um aumento de 52,3% no número de homicídios na última década.
Dilma e Mais Médicos

No debate realizado nesta terça-feira, 14 de outubro, pela Band, a presidente Dilma Rousseff, candidato à reeleição pelo PT, criticou seu adversário, Aécio Neves (PSDB), e disse:

"O senhor foi contra o Mais Médicos"

DILMA FALOU A VERDADE. AÉCIO MENTIU

Em julho de 2013, Aécio Neves deu entrevista (disponível no Youtube) e classificou o programa como "uma violência que tem que ser repudiada".