segunda-feira, 28 de maio de 2012
PT vai indicar o vice na chapa de Jânio Mendes (PDT) em Cabo Frio
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Capotamento na Estrada Usina em Buzios
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Ex-prefeito Alair Corrêa condenado pelo Tribunal de Justiça
Fonte: http://rafaelpecanha.blogspot.com.br
O link diz respeito ao inteiro teor do acórdão do Tribunal de Justiça, publicado hoje, que condena o ex-prefeito Alair Corrêa a devolver dinheiro indevidamente retirado dos cofres públicos, além da perda de seus direitos políticos por, no mínimo, cinco anos, o que torna sua candidatura inviável para as eleições de 2012.
Diz o acórdão:
Caracterizado o ato ímprobo, impõe-se a aplicação cumulativa das sanções previstas no art. 12, II e III, da Lei nº 8.429/92, o que está em consonância com a norma inserta no art. 37, § 4º, da Constituição Federal, cumulatividade esta indispensável para a obtenção do resultado inibidor da conduta combatida.
(...)
Por esses fundamentos, independentemente das sanções penais, civis e administrativas previstas na legislação específica, está o réu incurso nas cominações do art. 37, §4º, da Constituição da República, na forma do art. 12, II, da Lei nº 8429/92, segundo o qual as penalidades podem ser aplicadas isolada ou cumulativamente, de acordo com a gravidade do fato
O artigo 12 da lei 8429 de 1992, em seus incisos II e III dizem o seguinte:
quinta-feira, 17 de maio de 2012
São Pedro da Aldeia: 395 anos e a disputa de 2012.
- De um lado o ex-prefeito Paulo Lobo (PP) (caso consiga se livrar da Ficha Limpa), representando o interesse de gestão voltado para a OLIGARQUIA Aldeense.
- Do outro, o ex-vereador Cláudio Chumbinho pré-candidato pelo Partido dos Trabalhadores representando a possibilidade de mudança e de abertura da cidade para os recursos do Governo Federal.
De um lado o ex-patrão e do outro o ex-funcionário. De um lado o de Sangue Azul nascido no berço da elite aldeense, do outro o filho de camponeses nascido no seio do povo, na zona rural do município e na mesma linha do horizonte da população.
De um lado, o projeto do "partido" das elites que geriu a cidade a partir dos interesses das oligarquias e sempre soube fazer a manutenção da pirâmide de classes mantendo-a em seu devido lugar (com pobres sendo pobres e ricos sendo ricos).
Do outro, o projeto de renovação do Partido dos Trabalhadores que representa a possibilidade de inversão da pirâmide de classes trazendo para o povo a possibilidade de decisão popular nos assuntos da gestão pública.
"Parabéns" São Pedro da Aldeia pelos seus 395 anos de muita guerra de classes e desigualdades sociais.
por Clovis Eduardo.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Incêndio atinge Navio próximo litoral de Cabo Frio
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
O trecho do discurso de Janio que os 'Independentes de Alair" "esqueceram" de publicar
quarta-feira, 2 de maio de 2012
ORÇAMENTO PARTICIPATIVO: Instrumento de Decisão e Controle dos Recursos Públicos
O que é ORÇAMENTO PARTICIPATIVO?
Missão do ORÇAMENTO PARTICIPATIVO
- Sendo um dos principais instrumentos de participação cidadã.
- Construindo a co-gestão na aplicação das políticas públicas, visando garantir o controle social e transparência.
- Ampliar a participação do cidadão na discussão do Orçamento Municipal.
- É o espaço para discutir a co-responsabilidade do Financiamento da Cidade.
Diretrizes do ORÇAMENTO PARTICIPATIVO
- · Fortalecimento do papel dos Cidadãos.
- · Formação permanente.
- · Estimular organizações regionais que foquem a ética e o exercício da cidadania.
- · Fortalecer outros canais de participação cidadã.
- · Garantir que todas as etapas do ciclo do OP tenham a participação dos eleitos.
A IMPLANTAÇÃO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO
terça-feira, 1 de maio de 2012
As Imagens da Palestra "Rumos do Comperj e seus Impactos na Região dos Lagos"
terça-feira, 24 de abril de 2012
Programa Sidnei Marinho na Rede Litoral News
terça-feira, 17 de abril de 2012
Biblioteca Walter Nogueira realiza VII Semana Monteiro Lobato nesta quarta-feira, dia 18
sábado, 31 de março de 2012
MTE aprova NR 35 para Trabalho em Altura

segunda-feira, 26 de março de 2012
Ministério Público investiga suspeita de esquema de fraudes nas cidades do interior do RJ.

quinta-feira, 22 de março de 2012
“ O movimento estudantil – uma homenagem a Edson Luis”
Colégio Municipal Rui Barbosa, Cabo Frio
Convida
Mesa Redonda
“ O movimento estudantil –
uma homenagem a Edson Luis”
Compõem a mesa:
1) Representantes do Grêmio Estudantil – G.E.L.E.L.
2) Alex Cortes – Professor de História – palestrando sobre o movimento estudantil – período da ditadura militar à queda de Fernando Collor
3) Sr. Dario Geraldeli – militante estudantil nos anos 60 (Período da ditadura militar)
4) Fábio André, Luciano Silveira e Fernanda Carriço– ex-estudantes do Colégio Municipal Rui Barbosa e ex-integrantes do G.E.L.E.L. com depoimentos acerca de suas militâncias estudantis no colégio e no município.
5) Mediador da mesa: Aloysio Guedes – coordenador da Área de Humanas.
Local: Centro de Estudos Natália Caldonazzi
Portinho – rua Coronel Ferreira nº 221, Cabo Frio
DATA: 24/03/2012
HORÁRIO: 9 às 12 hs
"Imperdível !!!"
quarta-feira, 21 de março de 2012
Sindicato de Engenheiros de Minas Gerais entra com ação na justiça contra o Confea
Entidade questiona o aumento de 36,45% no valor da anuidade cobrada pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia |
O Sindicato de Engenheiros no Estado de Minas Gerais (Senge-MG) entrou com uma ação na Justiça na última semana para questionar a validade do aumento de 36,45% na anuidade do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) para o ano de 2012. Segundo Raul Otávio da Silva Pereira, presidente do Senge-MG, a ação pede a suspensão da resolução 528 do Confea, que fixa os valores das anuidades dos inscritos no conselho. De acordo com a ação, o aumento das anuidades deve ser feito dentro de parâmetros reais e praticáveis, como vinha sendo realizado nos últimos anos, quando a média do aumento era de 10%. O sindicato considera que o aumento na anuidade foi muito alto, passando de R$ 273 para R$ 350. O Confea, por meio de nota oficial, afirmou que o aumento se baseia na Lei 12.514/2011, que trata das contribuições devidas aos conselhos profissionais em geral. Segundo o conselho, as Resoluções 528 e 529 foram aprovadas para dar cumprimento à lei e que, mesmo assim, o valor da anuidade está 30% abaixo do máximo previsto na lei (R$ 500). Segundo o Confea, houve uma redução nos preços das Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs), para balancear o aumento registrado nas anuidades. Além disso, o conselho se defende afirmando que o valor cobrado é menor que de outros conselhos. Fonte: www.piniweb.com.br |
terça-feira, 20 de março de 2012
Mobilidade para as Cidades

A Lei no 12.587, sancionada pela presidência da república em janeiro deste ano e que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, impõe desafios ao planejamento do transporte nas pequenas cidades brasileiras. Com ela, passa a ser exigida a elaboração, até 2015, de Planos de Mobilidade Urbana (PMU) para todos os municípios com mais de 20 mil habitantes. O PMU deve, assim, entrar pela primeira vez na agenda de diversas prefeituras de cidades que até então não haviam pensado o transporte de forma estratégica e integrada.
Antes da promulgação da nova legislação, o Estatuto da Cidade colocava a obrigatoriedade do PMU apenas para os municípios com mais de 500 mil habitantes. Com a mudança, o número de cidades brasileiras que devem apresentar um plano passa de aproximadamente 38 para 1.663 municípios, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
A apresentação do PMU será obrigatória para captação de recursos direcionados às obras de infraestrutura de transporte e mobilidade junto ao Governo Federal. Nesse sentido, apesar de ser um passo importante para o desenvolvimento urbano, a nova política pode representar um problema imediato para as pequenas cidades, uma vez que grande parte delas não possui a infraestrutura ou o acúmulo técnico exigidos para elaboração dos planos.
"Esse saber específico de mobilidade ainda é restrito. A área é pouco discutida nas universidades e, com isso, não há muitos profissionais bem formados. Ou seja, há uma lacuna técnica nesse sentido", avalia Ida Marilena Bianchi, arquiteta urbanista da empresa ProCidades, que atua em arquitetura, engenharia e planejamentos urbano e regional.
A dica da arquiteta para as prefeituras que terão o primeiro contato com o plano a partir da sua obrigatoriedade é aproveitar a experiência adquirida com a elaboração dos Planos Diretores Participativos para o desenvolvimento urbano. "A metodologia de elaboração do PMU não é muito diferente do Plano Diretor, que já é obrigatório para esses municípios desde 2001. Então, essa é uma experiência que pode ser aproveitada", indica.
Primeiro passo: diagnóstico
De acordo com a especialista, o primeiro passo para elaboração do Plano de Mobilidade Urbana é realizar uma leitura da realidade municipal, ou seja, levantar um diagnóstico de como a cidade funciona. "É preciso saber onde estão as áreas que geram viagens, como os bairros residenciais, e as que atraem viagens, como os locais onde estão concentrados o comércio, serviços, escolas, hospitais etc. Essa dinâmica é o ponto principal para entender como se organiza o movimento de pessoas dentro do espaço urbano", explica Ida.
Segundo orientações do Ministério das Cidades, um dos processos chave para a análise da mobilidade urbana é montar uma base de informações com dados de oferta e de demanda dos transportes. Os dados de oferta são aqueles relativos, por exemplo, às condições do sistema viário e da sinalização, benfeitorias para pedestres ou características das linhas de transporte. Já os dados de demanda devem indicar fatores como a origem e destino das viagens de transporte coletivo ou privado, fluxos de tráfego ou pedestres.
Alguns instrumentos podem facilitar a coleta de informações para essa base, como a realização de um inventário físico do transporte, pesquisas de comportamento, consultas públicas e pesquisas de opinião.
Além de mapear o presente, a arquiteta da ProCidade lembra que esse diagnóstico deve atentar a cenários futuros de curto e médio prazos. Uma vez que nenhuma cidade é estanque, é preciso fazer uma prospecção dos projetos e tendências para saber para onde ela está crescendo e por meio de quais atividades. "É preciso considerar as mudanças que irão acontecer; se há uma expansão de uma área residencial ou se tem um shopping sendo construído, por exemplo", exemplifica Ida Bianchi.
A partir desse mapeamento, será possível entender os processos de mobilidade e, assim, pensar as ações que irão compor o plano. "O PMU deve propor ações para prover a cidade de infraestrutura em mobilidade, seja para automóveis, transporte coletivo, pedestres ou ciclistas. A ideia é fazer uma proposição de rede, começando pela definição dos eixos prioritários, permitindo que a cidade se movimente. Então, ele deve se preocupar com aquilo que é estratégico e estrutural", aponta a arquiteta.
Contratação e recursos
Para garantir um bom contrato com as consultorias, a arquiteta Ida Bianchi aconselha as prefeituras a fazerem, primeiro, uma tomada de preço com algumas entidades que já atuam nesse ramo no mercado, montando assim uma média de preço para balizar o contrato.
A partir do preço estabelecido, que dependerá do porte e das necessidades da cidade, a prefeitura pode lançar mão de alguns instrumentos de contratação, como a carta-convite (para contratos de até R$ 150 mil) ou a contratação pública.
O consultor José Marquez recomenda, porém, ter cuidado com o leilão de preços. "O PMU exige um conhecimento técnico muito especifico e, às vezes, no leilão alguém propõe um valor muito mais baixo para garantir o contrato, na expectativa de conseguir um aditivo depois. E, nesse caso, há grandes chances de a empresa não conseguir fazer o serviço", alerta.
A verba para a contratação da consultoria especializada não precisa sair integralmente dos cofres municipais. Agências de fomento nacionais e internacionais e até mesmo bancos possuem linhas de financiamento para esse tipo de trabalho. De acordo com o consultor da Fundatec, muitas vezes, as próprias empresas já costumam saber que bancos apresentam esse tipo de crédito e podem, ao serem contratadas, colocar um deles em contato com a municipalidade.
Além disso, existem alguns programas do Ministério das Cidades que podem patrocinar programas de mobilidade urbana. A dica é procurar mais informações junto à Secretaria Nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana a partir da demanda específica de cada cidade.
A realização de um termo de referência (veja boxe) pode facilitar a contratação do serviço de elaboração do PMU. Ele é um bom instrumento de gestão estratégica e poderá, futuramente, balizar o serviço contratado.








